domingo, 8 de março de 2015

S U P E R S T I Ç Ã O

Como a maioria das coisas a superstição desde o início está para o homem como a religião está para o crente. Ser supersticioso para muitos é quase lógico, só não é científico, e este esclarecimento tirado de antigas literaturas deverá ser um meio de se entender certas coisas que podem passar despercebidas.
Ela é uma atitude de espírito ou prática mágico-religiosa baseada na crença de que certos atos, palavras, números ou objetos trazem felicidade ou males.
A superstição se diferencia de outras atitudes e práticas religiosas por já não haver para ela a devida aceitação comum. Muitas coisas que as pessoas praticam, fazem e acreditam, adentram a superstição, aceitando-a apenas como crença ou práticas inadequadas.
Muitos dos nossos costumes atuais tiveram suas origens nas superstições. O velho hábito de dar as mãos é provavelmente exemplo disso. Também a dança, dançava-se nos dias consagrados a deusa Diana para que a caça fosse presa facilmente ou para que os grãos germinassem abundantemente. O costume atual de se decorarem as residências no Natal, com árvores, é uma sobrevivência dos ritos mágicos da fertilidade. O repouso semanal nasceu da guarda dos dias tabus, onde era de mau agouro trabalhar ou caçar. Acreditar nos sonhos como sinal de alguma coisa, tirar sorte, consultar cartomantes, acreditar em mau olhado e horóscopos, são práticas supersticiosas correntes na atualidade. Acreditar em coisas que nos pareçam estranhas também podem ser chamadas de superstição.
Você acredita em coisas consideradas estranhas? Então é hora de se saber que há centenas de superstições comuns para todos, como exemplo, espelho quebrado, número 13, pé de coelho, ferraduras, gato preto, chifre, e segue assim até onde sua imaginação alcançar.
As superstições religiosas, crença em demônios, crença não fundamentada, é uma superstição independentemente das pessoas acreditarem nela. E é incrível que em pleno século XXI, ainda existam pessoas que acreditam em coisas da antiguidade.
Enfim superstição é uma espécie de crendice sem base.
A superstição se enquadra na adivinhação, astrologia, cartomancia, curandeirismo, geomancia, magia, quiromancia, tarô e homeopatia.
O elo causal entre supersticiosos e o seu efeito é atribuído a forças sobrenaturais: destino, poder dos astros, dos ritos mágicos e o que deverá ser o mais importante são o dos espíritos de humanos ou não, mas presentes na Natureza, de anjos ou demônios e muitos outros.
Não se esquecer que isto contraria a ciência, que só comprova o que é real e verdadeiro.



segunda-feira, 2 de março de 2015

D I N H E I R O

 D I N H E I R O
                   ( será a coisa mais importante para o homem ou este pensamento é mito?)

                De todas as necessidades do homem uma tem conotação fundamental porque ela supre quase tudo. Quase tudo é possível para ele realizar e concretizar. Ter tudo de  material que se deseja, como uma boa moradia, propriedades, poder ser respeitado por seus semelhantes, viajar, deliciar-se com os melhores alimentos, vestir-se com as melhores e mais bonitas vestimentas, quando com problemas de doenças tratar-se com os melhores médicos, e ainda, é o mais querido dos parentes e amigos, todos desejam estar bem com ele, pois, ser bem relacionado com ele lhes traz status.

           Essa necessidade é o dinheiro, que infelizmente como todos dizem,  só não compra a morte, mas, diga-se de passagem, consegue burlá-la, conseguindo muitas vezes retardá-la ao máximo  que a medicina e a ciência possam retardar. Os medicamentos e os melhores tratamentos conseguem prorrogar para que o desfecho final chegue o mais longe que se possa esperar, pois, ninguém, ninguém mesmo, quer deixar esta vida por uma outra, mesmo com promessas que pode ser melhor.

                Por ele, o dinheiro, o homem é capaz das mais belas e as mais terríveis coisas que se possa imaginar. Ele constrói e destrói, ajuda e atrapalha, dá as maiores alegrias e as mais terríveis tristezas. Na falta dele o homem pode mentir, roubar e matar.

                Desde a sua invenção, o dinheiro tem sido o causador dos maiores desastres que a humanidade já presenciou. Por ele houve e há guerras constantes onde civilizações foram dizimadas, e nestas trucidações temos até muitos heróis, que conseguiram ser heróis matando muitos. Mas a finalidade sempre foi à mesma. Conseguir mais poder, mais dinheiro, para com ele intimidar, denegrir e judiar dos menos favorecidos com suas ameaças garantidas pelo seu poder.

                Tudo ou quase tudo só acontece e é possível se houver dinheiro. Não há como fugir.

                Comércio, indústria, igrejas, esportes, alimentos, governos, reinados, impérios, só existiram e existem em função do dinheiro. Só ele tudo pode, tudo tem, tudo dá e tudo tira.

                A pobreza e a miséria só existem para quem não tem o vil metal
.
As belezas da vida no planeta Terra só existem com este item em abundância.

               Tanta a sua necessidade, que ele o dinheiro, é comparado a uma força divina, um deus