A missão aparente de tudo e de todas
as transformações desde o início da matéria, da fonte universal, da energia
agrupando os átomos, foi a forma que a criação encontrou para sua grande
realização, a criação do universo e colocando em tudo o mistério da sua força,
de suas realizações, gerando dentro da matéria seu instrumento para a criação
da vida no planeta Terra.
Para a incomensurável energia
criada, encontrada, emanada pela criação, não existe mínimo ou máximo. Tudo que
se encontra dentro do universo faz parte de um só corpo, uma só energia, não
havendo a possibilidade de se acrescentar ou diminuir absolutamente nada, ou
seja, tudo já foi criado no início, no Big-bang.
O cientista Lavoisier, após
muitos anos de estudos, concluiu com muita sabedoria que na natureza nada se
cria, nada se perde, tudo se transforma. Só o fato de se reconhecer este contexto
já é o suficiente para qualquer leigo nas suas experiências compreender o seu
significado.
A matéria, por ser um
agrupamento de átomos é pura energia, e cada átomo ao realizar suas funções,
gera mais energia e a libera, e esta energia passa a ter outras funções em
outros campos de energia. Mas mesmo assim, nada estará sendo acrescentado ou
diminuído, pois antes essa energia pertencia a outros campos de energia.
A evolução, transformação ou
vice-versa, acontece no movimento de expansão do universo que vai formando com
os mais variados tipos de átomos grandes massas de matéria, que acumulando
muita energia e força conseguem criar uma gama de outras matérias, às vezes tão
carregadas de energia, em função dos tipos de átomos agrupados gerando uma
força energética tão absoluta que chega a influenciar astros e planetas
parceiros de suas constelações, ou sistemas nos quais se encontram.
Em primeiro plano, a criação
nos mostra que a vida de toda massa, de toda matéria, é a energia existente
nela, energia essa proporcionada pelos átomos nelas contidos, e que apesar da
quase infinita quantidade de formações de matérias do universo e até
aparentando grandes diferenças entre si como com luz própria ou sem luz, com os
mais diferentes princípios de massas e energias se interagindo, alguns se esvaindo
como os astros que estão queimando suas composições atômicas, como o sol do
nosso sistema solar e bilhões de outros sóis que estão se consumindo no
universo, ou se transformando em outros tipos de estrelas, ocupando novos
espaços em novos e longos períodos de transformação. As energias exauridas por
estes astros passam a fazer parte de outros campos de energia como um moto
perpétuo proporcionando o equilíbrio da ordem natural da criação, equilíbrio
esse sugerido pelos pólos positivos e negativos que consideram e fazem a
energia tão presente e tão poderosa.
Do primeiro átomo (átomo
primordial) da criação ao todo existente no universo, todos recebiam e
continuam recebendo as mesmas informações de gerar energia e através desta
realizar o grande momento da criação.
E esta “razão criadora”
permitiu após tantas transformações, tantas filtragens na concepção de um
cadinho, alcançar uma definição como um preparado químico fornecendo como que o
adubo para a vida, como acontece com o pequenino planeta Terra do sistema solar
a que ela pertence gerando e criando até o ser humano.
É necessário entender que
possivelmente o planeta Terra não deverá ser o único, existindo muitos de seus irmãos
espalhados pelo universo, e que, se coincidindo as propriedades vitais o ser
humano estará se repetindo em muitos planetas tendo uma quantidade muito grande
de irmãos no espaço cósmico.
Teoricamente permite-se
imaginar que ao romper-se a massa crítica que provocou o Big-bang, início de
tudo na criação, a sua liberação de energias não obedeceu a segmentos ou
direção. Foi uma hiper explosão e seus efeitos partiram para todos os lados
indistintamente. Mas pela lógica, do ponto de partida dessas energias criou-se
um eixo central formado pela força de coesão dos átomos. Este centro ou eixo
passou a ser também o equilíbrio, pois matematicamente, apesar da grande força
da explosão do Big-bang atuando sobre os átomos que neste momento liberavam ao
máximo suas energias empurrando uns aos outros, com a força da criação este
eixo recebia também a atração dos átomos de todos os lados, e permanece ali
dando o equilíbrio e possivelmente aguardando o final da expansão desta
dilatação, que deverá exercer uma função igual a do elástico que após esticar
volta à posição inicial, proporcionada pela força de coesão dos átomos
retornando ao eixo central certamente acumulando energia para o próximo início
ou Big-bang.
E nesta grande viagem de ida e
volta, toda energia e matérias passam pelas experiências mais fantásticas que o
homem possa imaginar, formando desde as grandes galáxias, seus astros e
estrelas, aos microscópicos engenhos da criação como as minúsculas bactérias e
micróbios do planeta Terra, e todos tendo suas funções e missões para determinar
que tudo isto não está acontecendo por acaso, até que a criação queira revelar
a verdadeira razão de tudo.
É de se acreditar que o ser
humano ainda não está preparado para interpretar e compreender a sabedoria e
lógica da criação, porém já aprendeu muito, o bastante para usufruir da criação
e da natureza para seu conforto, possuir inteligência e utilizar as coisas com
sabedoria, e ainda saber o que é bom, o que é ruim, sobrevivendo sem mais
dificuldades.
Só está faltando ao homem
entender que o planeta Terra é nossa casa, nossa moradia, e portanto, deveria
ser tratado como tal, com respeito e com amor.