terça-feira, 16 de abril de 2013

Símbolos - A chave


 
Os símbolos foram criados e acompanham o homem desde o início de tudo. Mesmo antes de todo seu aprendizado, todo conhecimento humano, os sinais e os símbolos já existiam e já eram usados, respeitados e eram muitas vezes interpretados como sagrados.

E isso ainda hoje se repete.

A simbologia muitas vezes tem sido a ligação mais forte com o passado e com a antiguidade.

É onde a ciência, os estudos e as pesquisas conseguem decifrar as lides e mistérios de antigas civilizações. É inimaginável a quantidade de símbolos que existem e que já foram criados pelos homens.

Os símbolos têm muitos significados históricos, lendários, religiosos e de sugestão.

Em suas trajetórias, muitos destes símbolos se perderam, mas uma grande quantidade continuou e continua existindo, tendo as suas qualidades e significados vivos e respeitados até hoje. Dentre eles podemos citar a cruz, (talvez o mais importante) porque pertenceu e ainda pertence a muitos segmentos de religiões e seitas. Os signos de astrologia criados pelos Caldeus a vinte e oito mil anos, ainda os símbolos judaicos, hindus, gregos, chineses, maometanos, tibetanos e os de antigas civilizações, são tantos que se perdem no tempo, mas ainda são encontrados pelos arqueólogos que passam suas vidas tentando decifrá-los. Foi através de símbolos, que o povo da Mesopotâmia inventou a escrita, assim como tudo que se sabe a respeito dos egípcios antigos foi à descoberta dos hieróglifos, que são sinais e símbolos combinados, a forma que os egípcios descobriram para deixarem grafadas as suas lides e as suas histórias.

As grandes construções da antiguidade, como as sete maravilhas, as pirâmides do Egito, dos Incas e dos Maias, ainda continuam revelando suas histórias através as descobertas e estudos da ciência.

Pode-se acreditar que em todas as civilizações, em todos os tempos, não houve e não há uma só comunidade, povos, exércitos, seita ou religião que não tinha ou tenha o seu símbolo, a sua marca, e é só olharmos em volta para vermos que estamos cercados de símbolos, marcas, signos e logotipos que é simplesmente a forma de se fazer conhecer, ser notado ou visto, e reconhecido por todos.

Enfim o homem tem o poder de ver, criar marcas ou símbolos em tudo e todos, e assim dentro de muitos e muitos anos, ser lembrado por tudo aquilo que fez ou deixou de fazer.   

 

 

terça-feira, 9 de abril de 2013

Alma - A conexão

Isto não deveria ser mistério!
 
Está muito presente e patente a sua função, sua existência. E sem ela, não só o homem, mas os animais irracionais, os vegetais, não seriam os elementos que asseguram que a Terra seja circunstancialmente, uma fonte de vida, pois deve ser ela uma das escolhidas para atuar intermediando as energias, os fluídos para que a vida produza e reproduza, constantemente em harmonia com o proposto pela Criação.

Em qualquer época de nossos dias, o ser humano, por alguma razão inexplicável, sempre soube que ela existia, e a cultuava. E de há muito vem sendo motivo de estudos, pesquisas científicas e religiosas, querendo saber a sua origem científica, outras tentando compreender melhor o seu significado.
Estes últimos, inconscientemente a localizavam em um determinado órgão (coração, ou mesmo no sangue, como interpretaram alguns segmentos religiosos), e que os atuais transplantes de órgãos, fez com que este pensamento fosse transferido para o cérebro, comando geral do corpo humano com poderes quase que ilimitados, e, que para a ciência ainda é um desconhecido, mas que sem dúvida, concentra toda a explicação necessária para a inteligência, antena que é, receptora da energia que realiza em toda a natureza, o fenômeno da vida.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Falso

A palavra falso tem um poder muito forte, o de revelar a mentira, sendo ela o lado negativo da verdade. Toda a verdade pode ter o seu lado falso, infelizmente.
Todo o ser humano durante sua existência tem a chance, a oportunidade de ter o seu dia de falso, de falsidade, pois como todos sabem o homem é falível, é falho e o que é sujeito à falhas pode dentro de seus limites falsear, ser falso, não importando o porquê.

Desde o início o homem praticou e se serviu do seu lado falso, em qualquer lugar ou situação.

Pode parecer até exagero, mas o falso, a falsidade, foi, é, e sempre será a companheira mais próxima e mais ligada a todas as pessoas, a partir da menor infância até os últimos dias da sua vida, não importando qual a qualidade de vida ela tenha. E esta análise, este pensamento, está aberta para todos. É só querer e olhar em volta.

As lendas, as histórias são sempre recheadas do falso, da falsidade, e até dão maior credibilidade a elas, sendo que muitas delas têm seu início no falso. Ou passariam despercebidas.

Os contadores de histórias, os escritores, foram os que mais investiram e investem neste assunto, pois, ele permite a eles criarem, inventarem as histórias das mais ingênuas as mais terríveis e escabrosas. Viagens de extremo a extremo no pensamento do leitor, do ouvinte, dando compreensão a estes do poder de dissuasão, nos mostrando o outro lado da verdade, a mentira, o falso.

É tão grande a influência do falso em todo o ser, que chega a dar a impressão que faz parte do seu eu, da sua realidade.

Em todas as sociedades existiram e existem os falsos amigos, os falsos políticos, os falsos religiosos (talvez um dos piores). No trabalho, no clube, sempre estará irremediavelmente presente o falso, a falsidade que muitas vezes é usada como escada do sucesso na vida.

Incluem-se neste mesmo segmento aqueles que se acham imbuídos das qualidades de adivinhos, futuristas, cartomantes, tarólogos, videntes, profetas, representantes de deuses e entidades do além, revelações e pseudos milagreiros (“profissões de charlatões”), que não são nada mais que enganadores dos menos providos de capacidade para ver que tudo isso é falso, é mentira.        

É preciso notar que isto não é saudável, pode trazer conseqüências danosas para ambos os lados, e dependendo do valor onde é aplicado o falso, o seu efeito traz conseqüências desastrosas, chegando a extremos irreparáveis, irreversíveis destruindo princípios e até vidas.

O falso, a falsidade, provavelmente tenha tido mais sucessos, mais conquistas do que a verdade, porque o falso não precisa se impor, mas a verdade precisa, e sempre foi e será cobrada em qualquer circunstância.

Há coisas pré-estabelecidas, até por tradição, que tem seu segmento como verdadeiro. Mas mesmo os que os praticam tem a sua dose de dúvida por que sai do nada ou de um pensamento, uma inspiração toda particular e ai acontecem. O seu interlocutor se auto denomina pura e simplesmente “profeta”, e milhares deles já em suas  épocas, eram considerados falsos (profetas), por seu povo.

Apesar de parecer coisa de antigamente, nas seitas, nos meios religiosos,  serviu de gancho para muitos curiosos levarem adiante estas coisas, insistindo em que tiveram “aparições, revelações” que os instruíram, e instruem e os autoriza a continuarem esta farsa para ganhar a vida, se enriquecer a custa de incautos crédulos e infelizes.

Profecias, profetas sempre foram alvos de dúvidas e por isso estão sempre em confronto com a ordem natural que não dá espaço a erros.  Se os homens são todos iguais, qual seria o motivo para que só alguns privilegiados pudessem assumir tal comportamento.

A própria ciência não dá respaldo para isso, e até dá ênfase a desvios da psique, ou seja, seria alguém precisando de ajuda e tratamento psíquico.

Tudo aquilo que não se pode comprovar cientificamente é passivo de ser falso, e isto é correto.

Para a inteligência tudo pode ser dual, bom ou ruim, bonito ou feio, grande ou pequeno, falso ou verdadeiro etc. E dentro deste principio o falso é tão verdadeiro, quanto à verdade.

Falso é um instrumento que está nas mãos de todos os humanos, e que sem dúvida sempre foi e sempre será o complemento daqueles que por alguma razão traz dentro de si o falso, o negativo e que se fosse revelado todos saberiam que não se trata de um homem e sim de uma sombra de homem que na obscuridade do seu eu não hesita em prejudicar a qualquer um, muitas vezes pelo simples fato de massagear seu ego, deixando seus complexos mesquinhos mais fortes ou talvez mais falsos.