Dentre as festas reconhecidas por
todos, uma pelo seu interesse é vivída em quase todo mundo. Partindo de uma
história criada na Europa, vem sendo praticada por todos que a vão conhecendo.
O seu tronco mais forte é porque
foram mais dirigidas às crianças, e, em muitas ocasiões, foi feita para suprir
lacunas de muitas origens: pobreza, doenças etc., surgindo daí a forma de se presentear tais
crianças e pessoas, e estes se sentiam muito felizes.
É de se saber que em qualquer
época do ano, receber presentes é motivo de muita alegria. Com o passar do
tempo à iniciativa de presentear foi observada pelos setores comerciais que
começaram a investir no segmento, obtendo ótimos resultados com um bom retorno em numerário. O objetivo
comercial fez com que esta data, que tem sua imagem voltada para um velhinho
(vovô) bonzinho que na história na época de natal tem sua data acoplada até a
segmentos religiosos, que também tiram suas vantagens, insinuando que o dia de
natal, 25 de dezembro, seja o dia do nascimento do antigo messias, criado pelos
judeus e venerado pelas religiões cristãs, mas ironicamente menos pelos judeus,
que até hoje ainda esperam pelo seu messias, mas que também usufruem da época
com seus comércios poderosos. (Lembrando que 25 de dezembro muito antes dessas
histórias, já era um dia em que se venerava o deus Sol e muitos outros deuses
de antigas civilizações).
Mas, mesmo assim, nesse momento
novo da história, adultos conseguem enganar suas crianças dizendo que seus presentes
foram trazidos pelo “Papai Noel”, e para ilustrar melhor essa história, o
vestem de vermelho, e o colocam num trenó puxado por renas que vem voando. E
para completar o imaginário da criança, ele vem com um saco de presentes que
serão distribuídos na véspera do dia 25 de dezembro. E as crianças ainda têm um
momento de pressão, pois, tem que garantir ao “Papai Noel” que foram bonzinhos
durante o ano.
Criaram ainda uma coisa que na
atualidade não pode ser cumprida, pois, ele deve entrar na casa pela chaminé,
hoje inexistente. Ainda há aqueles que mandam as crianças colocarem seus
calçados nas janelas aguardando o tão sonhado presente.
Esta história é muito bonita, e a
cada ano cresce alimentada pelo comércio que explora a linha dos brinquedos, e
a mídia que responde por pelo menos 80% das propagandas deste segmento das
fábricas e lojas do tão sonhado presente de Natal.
Para alguns, os brinquedos, os
presentes, nem são tão sonhados, pois as crianças os têm a qualquer hora que
queiram. Mas para talvez, a maioria das crianças, é apenas um sonho, e fica-se a
desejar que não seja apenas um sonho, e que não seja preciso procurá-lo, é só
olhar ao lado.
Para este famoso personagem, em
todas as casas cria-se até um ambiente para recepcioná-lo, e para completar
criaram-se as árvores de natal, o pinheirinho que existe em muitas regiões e
que são enfeitados com bolas coloridas, fitas brilhantes, e que é colocada num
lugar estratégico, muitas vezes até com iluminação de modernas mini lâmpadas
que ficam piscando.
Não deixa de ser bonito e até
salutar, pois, é a hora em que as famílias se reúnem em reflexão, e muitas
dessas famílias têm comportamento exemplar, juntando se a outras, organizando
campanhas muito conhecidas para arrecadar brinquedos, mesmo que usados, para
alegrar aqueles que por ventura não conseguem ter o seu Papai Noel. E isso é
muito reconfortante.
Já foram contadas muitas
histórias de como este velhinho do sonho das crianças chegou até nós; esta é
mais uma.
O sonho e a realidade andam
juntos, e nunca saberemos qual a mais importante, conquanto que as duas estão
dentro de cada ser humano.
O nosso propósito em escrever
essa história é confirmar a importância que o velhinho exerce sobre todos nós.
Você está preparado para receber
o seu?
Então Feliz Natal e próspero ano
Novo.
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