domingo, 21 de dezembro de 2014

O NATAL

                


Dentre as festas reconhecidas por todos, uma pelo seu interesse é vivída em quase todo mundo. Partindo de uma história criada na Europa, vem sendo praticada por todos que a vão conhecendo.
O seu tronco mais forte é porque foram mais dirigidas às crianças, e, em muitas ocasiões, foi feita para suprir lacunas de muitas origens: pobreza, doenças etc.,  surgindo daí a forma de se presentear tais crianças e pessoas, e estes se sentiam muito felizes.
É de se saber que em qualquer época do ano, receber presentes é motivo de muita alegria. Com o passar do tempo à iniciativa de presentear foi observada pelos setores comerciais que começaram a investir no segmento, obtendo ótimos resultados com um bom retorno em numerário. O objetivo comercial fez com que esta data, que tem sua imagem voltada para um velhinho (vovô) bonzinho que na história na época de natal tem sua data acoplada até a segmentos religiosos, que também tiram suas vantagens, insinuando que o dia de natal, 25 de dezembro, seja o dia do nascimento do antigo messias, criado pelos judeus e venerado pelas religiões cristãs, mas ironicamente menos pelos judeus, que até hoje ainda esperam pelo seu messias, mas que também usufruem da época com seus comércios poderosos. (Lembrando que 25 de dezembro muito antes dessas histórias, já era um dia em que se venerava o deus Sol e muitos outros deuses de antigas civilizações).
Mas, mesmo assim, nesse momento novo da história, adultos conseguem enganar suas crianças dizendo que seus presentes foram trazidos pelo “Papai Noel”, e para ilustrar melhor essa história, o vestem de vermelho, e o colocam num trenó puxado por renas que vem voando. E para completar o imaginário da criança, ele vem com um saco de presentes que serão distribuídos na véspera do dia 25 de dezembro. E as crianças ainda têm um momento de pressão, pois, tem que garantir ao “Papai Noel” que foram bonzinhos durante o ano.
Criaram ainda uma coisa que na atualidade não pode ser cumprida, pois, ele deve entrar na casa pela chaminé, hoje inexistente. Ainda há aqueles que mandam as crianças colocarem seus calçados nas janelas aguardando o tão sonhado presente.
Esta história é muito bonita, e a cada ano cresce alimentada pelo comércio que explora a linha dos brinquedos, e a mídia que responde por pelo menos 80% das propagandas deste segmento das fábricas e lojas do tão sonhado presente de Natal.
Para alguns, os brinquedos, os presentes, nem são tão sonhados, pois as crianças os têm a qualquer hora que queiram. Mas para talvez, a maioria das crianças, é apenas um sonho, e fica-se a desejar que não seja apenas um sonho, e que não seja preciso procurá-lo, é só olhar ao lado.
Para este famoso personagem, em todas as casas cria-se até um ambiente para recepcioná-lo, e para completar criaram-se as árvores de natal, o pinheirinho que existe em muitas regiões e que são enfeitados com bolas coloridas, fitas brilhantes, e que é colocada num lugar estratégico, muitas vezes até com iluminação de modernas mini lâmpadas que ficam piscando.
Não deixa de ser bonito e até salutar, pois, é a hora em que as famílias se reúnem em reflexão, e muitas dessas famílias têm comportamento exemplar, juntando se a outras, organizando campanhas muito conhecidas para arrecadar brinquedos, mesmo que usados, para alegrar aqueles que por ventura não conseguem ter o seu Papai Noel. E isso é muito reconfortante.
Já foram contadas muitas histórias de como este velhinho do sonho das crianças chegou até nós; esta é mais uma.
O sonho e a realidade andam juntos, e nunca saberemos qual a mais importante, conquanto que as duas estão dentro de cada ser humano.
O nosso propósito em escrever essa história é confirmar a importância que o velhinho exerce sobre todos nós.
Você está preparado para receber o seu?

Então Feliz Natal e próspero ano Novo. 

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