A
religião possivelmente foi a primeira das invenções do homem, que por ser
frágil e conhecer o medo, ter terror ao desconhecido e ser pressionado pelo que
não entendia, já num arrojo da sua capacidade de pensar criou uma saída para
suas agruras, que se não fossem reais ao menos aparava sua psique, seu
inconsciente, numa tentativa de desviar os maus presságios, os pensamentos
negativos que tanto os apavoravam, isso apenas por ignorarem a realidade, a
verdade de tudo aquilo que os rodeava à simplicidade da natureza.
Depois
de criadas e formalizadas, as seitas e religiões tiveram grandes momentos junto
à história da humanidade. Foi possivelmente nas mãos de pessoas resolvidas a
influenciar o poder e enriquecimento, um instrumento ou uma arma muito poderosa,
pois, ela era usada por reis, faraós e imperadores, para manipular, controlar e
perseguir seus próprios povos juntamente com elementos, que se auto-intitulando
“iluminados e com poderes do além ou ajudados por entidades” eram os incumbidos
das mistificações, das encenações, daquilo que se pretendia para iludir e
enganar incautos, usada que foi quase sempre, não só para ajudar o povo, mas
também para impor, punir, cometendo calamidades em nome de tais entidades
mitológicas, crimes hediondos, pelo simples prazer de destruir, pisotear,
oprimindo pessoas indefesas, ignorantes que serviam de pastos para estes
charlatões criminosos, enganadores da fé pública.
A
história mostra que estes “ilustres enganadores da humanidade” acumularam
grandes riquezas em ouro, jóias e dinheiro (exemplo: rei Salomão), e que por
estas riquezas, alguns poderosos que a disputavam juntamente com a participação
da liderança de uma religião (Papa) que tinha poder suficiente para dar a ordem
de se roubar tais riquezas (dos templários que as haviam surrupiado do rei
Salomão), deu também a ordem de exterminar esse tipo de religião ou crença
vindo das cruzadas (“cavaleiros dos exércitos das cruzadas, ou os mesmos
templários”), matando sem piedade os componentes titulares desse tesouro. Isto se
deu num dia treze, sexta feira, motivo pelo qual até hoje, sexta feira treze é considerado
para muitos, como um dia de azar.
É
surpreendente saber que as religiões, na sua maioria por mau uso, têm sempre um
passado negro, histórias horripilantes e condenáveis. Mas pasmem, todas as
religiões e seitas, por mais primitivas que fossem, atravessaram os tempos e
estão aí com seus continuadores e seguidores, vendendo as mesmas promessas, e o
mais difícil de entender, é que conseguem um grande número de adeptos, pois,
estes representam os seus enriquecimentos, o seu poder.
Seitas,
religiões e deuses também representam confrontos, inimizade, ódio e guerra. Elas
sempre foram motivos de aversão entre si, e com isto arrastavam e imprimiam a
que seus seguidores, sem nenhum motivo ou explicação se odiassem e até se matassem.
E
as histórias, as lendas, são recheadas de guerras e matanças apelidadas de
“santas”, usadas para roubar, matar, destruir, talvez uma válvula de escape
para pessoas doentes mentais com desvios psíquicos, com personalidades e índoles
más, perversas, animalescas e assassinas.
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