terça-feira, 10 de novembro de 2015

CACHIMBO MALDITO

Dos problemas atuais, que são muitos, um atinge e destrói a família e é muito divulgado pela imprensa pelo seu poder: a droga. Em especial uma delas que está sempre em foco pela facilidade que o usuário tem em adquiri-la: o craque. Ele vicia muito rápido e domina totalmente sua vítima que comete qualquer desatino para consegui-lo. Um desastre.

Em São Paulo, capital, há uma praça de nome Júlio Prestes que é a mais disputada pelos usuários, pois ali, eles não são incomodados e os traficantes os abastecem tranquilamente a céu aberto. Por esta razão, eles se sentem os donos da praça, infelizmente nas barbas das autoridades, que por alguma razão inexplicável, não se sensibilizam e não fazem nada a favor desses infelizes seres humanos doentes que são e estão precisando muito de ajuda, apoio e tratamentos, o que para seus familiares seria de grande valia, pois é o mínimo que eles esperam das autoridades responsáveis pela saúde.

É chocante e muito triste, vê-los ao passar pela praça, pois eles mais parecem zumbis perdidos no tempo e na vida. Entre eles, encontram-se familiares procurando por seus filhos e filhas no meio de toda aquela cena miserável em que se encontram.

Estima-se que existam cerca de um milhão e meio de usuários de craque. Podemos entender que o faturamento dos traficantes também é muito grande, e que de cada cinco desses infelizes, um morre desidratado, baratinado ou de overdose. Naquele local, encontra-se gente de todo país, de todas as idades e classes. É a verdadeira degradação humana.

Na realidade, esse produto está em todos os lugares do país, com grandes fornecedores brigando por este mercado super rendoso e criminoso. Até de dentro dos presídios ele é controlado, onde se encontram alguns dos maiores traficantes do país “cumprindo pena”.


Isso que escrevo, todos já estão cansados de saber. O que está faltando são os políticos acordarem e criarem leis para se não sanar o problema, pelo menos diminuí-lo e com isso salvar vidas e dar um demonstrativo à sociedade de que algo está sendo feito. Para isso, é espelhar-se em alguns países que tem leis rígidas para com o tráfico e traficantes, onde estes pensam duas vezes antes de destruir famílias.

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