Há um provérbio que diz: depois da tempestade vem a bonança.
Mas para o Brasil ele tem sentido
contrário. Após uma super festa, no segundo dia da semana seguinte às Olimpíadas,
as manchetes dizem da prisão de uma quadrilha que desviava dinheiro do
Ministério dos Esportes e que deveria ter
sido usado pelos atletas. É muito triste.
Depois de uns dias de descanso
voltam aos noticiários as mesmas coisas. Os políticos, no grande teatro do
Impeachment, a Dilma volta ou não, o interino Michel fica ou não, os delatores
vão falar ou não, os já condenados vão ou não vão para a cadeia.
Parece até um grande palco de “varieté”
ou um circo de cavalinhos tentando a qualquer preço enganar e destruir um povo
sofrido e cansado, com a premissa de garantir, patrocinar eventos macabros que
já destruíram muito desse país, dessa gente necessitada que nos seus lamentos
já não têm nem mais eco.
Alguém já falou que o nosso
futuro bem próximo será igual aos coitados da Grécia, caso não aconteçam já
atitudes sérias e não apareçam pessoas patriotas que queiram salvar esse povo e
esse país da miséria total.
Não é necessário ser inteligente
para ver o nosso futuro
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