O mundo assistiu boquiaberto a
dupla derrota de um grande ídolo do esporte, dono de histórias só de louros,
terror dos seus adversários e de uma grande quantidade de troféus e muitas
medalhas de ouro que ganhou por todos os lugares porque passou, e onde foi
deixando sua marca de velocista quase imbatível. E a lembrança de um homem
alegre e feliz criando até uma forma de se apresentar a seus adversários e aos
grandes públicos que ia vê-lo e aplaudi-lo em suas vitórias gloriosas até
parecendo um deus grego nas pistas de atletismo que tiveram a honra de servir a
seu propósito que era o de sempre vencer.
Foi decepcionante e triste ver
aquele gigante cor de ébano, com dois metros de altura, no momento em que ia
encerrar sua carreira de atleta só conhecedor de vitórias, que por seu passado
era a esperança da equipe, que para vencer foi o último a receber o bastão, e os
vinte metros que ele conseguiu correr quando uma distensão muscular o levou ao
chão da pista que garantiu a sua imortalidade, parecendo até uma programação
dos deuses e que não manchará em nada sua história, pois o que foi feito por
ele jamais será esquecido.
Costuma-se dizer que tudo que
começa acaba, e que tudo que sobe desce e isto está até em conformidade com a
nossa existência. Ao observarmos que desde a antiguidade, por ter vida limitada
o homem vem sempre tentando fazer o máximo que pode para aproveitá-la, pois que
a natureza e o tempo dão seu limite a tudo. E com isso chegam até nós registros
de muitos nomes que comprovam essa realidade, e que a vida não é só vencer. Desde
tempos imemoriais eis aqui alguns desses nomes sempre presentes: Golias, Sansão,
Hercules, Demétrius, Espártaco, Nadja Komanesh, Joe Louis, Cassius Clay, Mike
Tyson, Phelps, e muitos outros que estão na lista de “proezas” destes heróis da
humanidade.
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