Está chegando o momento em que o
brasileiro, mesmo sem entender muito ou quase nada de política, e mesmo sem
saber bem o que está acontecendo com o nosso Brasil, vítima de tantos erros e
corrupção, de tantos crimes e desordens em todos os sentidos, vai ter de
escolher uma pessoa que ele acredite possa ser o presidente de nosso país, não
só por sua livre e espontânea vontade, mas para atender a lei e poder estar
usufruindo da cidadania de ser brasileiro.
Isso implica que cada eleitor
deve pesquisar para saber a aptidão, a capacidade e a idoneidade que o cargo
exige para o seu escolhido ser candidato. O problema, porém, é maior do que se
imagina, pois por mais que se diga que você tem o poder com seu voto, na
verdade não é você quem os escolhe e sim os partidos políticos que dentro de
seus grupos os elegem e os inscrevem para disputar o cargo máximo do Brasil.
Então o que o cidadão eleitor faz
é simplesmente confirmar essa pessoa escolhida pelo partido e que durante o
período de campanha vai falar das suas idéias e promessas, e “o que ele
pretende fazer sendo eleito”.
Isso é o que acontece normalmente
nas nossas eleições, mas agora, pela enorme (absurda, aliás) quantidade de
partidos, vamos ter muitos candidatos que se julgam aptos para assumir a cadeira
de presidente do Brasil. Alguns deles já são velhos conhecidos nossos, pois já
pertencem ao meio uma vez que exercem cargos políticos, quais sejam eles,
governador, deputados, senadores, etc. Outros já estão se candidatando desde
outras eleições, e aqueles, mais novos,
que se aventuram por se considerarem capazes para tal.
Mas todos eles com o mesmo
objetivo, e todos dizendo em seus discursos serem a salvação para os problemas
do Brasil e do povo.
Mas, embora as promessas sejam grandes
e os discursos bonitos, é necessário um mínimo de cuidado, pois já erramos
muitas vezes e estamos pagando um preço alto pelos nossos erros.
Em seus discursos as promessas se
tornaram chavões que são repetidos em todas as eleições, que é a melhoria da educação,
da saúde e da segurança, que são as três coisas principais pelas quais o povo
brasileiro reclama. É só olhar o estado em que essas instituições se encontram
que apenas ao falar em pequenas melhorias (e algumas outras necessidades,
evidentemente), tais candidatos já conseguirão conquistar o nosso povo tão
sofrido.
Não há como mudar essa lei que
nos obriga a votar. Então o que temos de fazer é cumprir o nosso dever de
cidadão para com o nosso Brasil e passar o leme da nossa história para mãos poderosas
que certamente terão a capacidade de nos levar a um porto seguro.
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