Agora o “frisson” fica
por conta da mídia, da imprensa acompanhando todos os movimentos dos candidatos
em seus últimos trabalhos, em suas últimas atitudes para driblar e derrotar
seus adversários, pois que as cartas já estão na mesa e quem tiver o melhor
jogo será o vencedor.
Este é o período que as
atenções se fixam também nos resultados dos números do Ibope e outras empresas
que tem nesse momento a expectativa de um maior faturamento, pois ficam levando
as pessoas a acompanhá-los principalmente pelas TVs na torcida pelos seus
candidatos, e, para os candidatos também serve de termômetro, pois eles ainda acreditam
ser tempo de virada.
Ainda há aqueles que
lutam fazendo nos últimos instantes a conhecida boca de urna, pois que o
eleitor, em grande parte, pode ser conquistado na fila quando vota.
Em toda minha vida eu
ouvi dizer depois das eleições, que houve fraude na contagem dos votos, mas eu
nunca vi ninguém ser punido por isso.
Hoje, quando falam, os
candidatos ganharam um novo gancho, principalmente os novos que se
apegaram em valorizar a segurança, e para isso resolveram alertar a população
para o feminicídio, o racismo, o preconceito, o assédio sexual e a pedofilia que
não eram considerados crimes, mas que se transformaram em um assunto “novo”
ainda a ser explorado pelos candidatos políticos, além dos já tão conhecidos, como
a saúde e a educação que certamente passarão a fazer parte das suas falas, dos
seus comícios, de seus “projetos”.
O importante é que o
brasileiro eleitor vote cumprindo seu dever de cidadão, acompanhando ou não
esses números e promessas dos candidatos, pois que o principal é que esse
alguém em quem ele vai votar seja um brasileiro consciente de que o nosso
Brasil precisa e acredita nele.
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