Cientificamente se explica a
continuidade e reprodução de uma célula orgânica humana específica inicial e a
partir dela cria-se à matéria. E isso é apenas a transferência da mesma para o
recipiente natural de sua criação.
O espermatozoide não nasce no
homem, ele já faz parte dele juntamente com seu corpo ao nascer, e ele só se
transfere para o órgão reprodutor da mulher que o traz para a vida e vem
fazendo a linhagem humana a partir do seu primeiro momento em que a criação a
colocou como a semente da vida.
A cada transferência o código
genético inicial repete as suas funções e o resultado, é mais um ser humano que
passa a fazer parte da linhagem até quando a natureza permitir o milagre da
vida, da criação.
Estaria esse mistério
esclarecido? Que bom. Já podemos respirar mais tranquilos. Não houve e não há
como muitos pensavam aquela confusão de origem, de parentesco, que tanto tem
atrapalhado e confundido a existência do ser humano: ele é índio, é pele
vermelha, ah, é amarelo então é japonês, chinês, asiático, é branco, é negro é
do continente africano.
Afinal podemos compreender que
a cor da pele, a parte externa, é apenas o revestimento do conteúdo.
O mais importante
e sagrado na criação é sim a sua atitude diante do universo, onde a criação
revela ao homem todo o seu infinito poder quando simplesmente nos deixou saber
que tudo é energia e só energia e que nada esteve à frente ou atrás dessa
energia. Estivemos e sempre estaremos juntos vivendo os mesmos momentos, o
mesmo instante divino desde o inicio.
Então não é preciso se
desgastar com fraquezas, fragilidades, ao de repente se sentir longe dos parentes
mais próximos ou dos familiares. E acredite nunca ninguém esteve longe ou perto
de alguém ou de nada.
O universo, a criação é uma
coisa só, e toda energia, todos os átomos continuam sendo tudo, toda explicação
que a mente humana consegue compreender sendo o ser humano apenas uma partícula
desta energia, desta incomensurável Criação.
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