2019 entrou com força total
e não será preciso ser adivinho para ver que tudo vai mal no mundo.
Até um tempo atrás, eram
só os países de menor importância que tinham por muitas razões necessidades,
problemas e dificuldades para sobreviverem. Mas hoje, até os mais poderosos
estão envolvidos com problemas que estão condenando sua gente a passar
necessidades idênticas aos dos mais humildes, como não pagando salários a seus
funcionários, e sem dinheiro, igualasse ao restante do mundo. Mas com a
premissa de que em pouco tempo tudo volta ao normal.
Mas habitantes estão
abandonando seus países para tentarem encontrar sobrevivência em outros lugares,
mas por serem muitos já estão sendo recusados em vários países. E sabem por
quê? Alguns dos países escolhidos estão nas mesmas condições que os deixados
pelos imigrantes fugitivos da miséria e infelicidade.
Como no início, o ser
humano está voltando a ser nômade para poder sobreviver. E como sempre são os
poderosos (mais fortes), os que dominam tudo, pois eles são os mais ricos e
isso é o bastante para justificar o seu domínio sobre os outros.
Hoje já somos mais de
7,5 bilhões de pessoas a serem sustentadas pelo planeta que já sente o peso do
homem, seu predador, que não mede as conseqüências das suas ações destruidoras
e, se não se fizer algo, muito em breve o próprio homem estará pagando caro.
Então, 2019 de novo não
tem nada. É apenas à confirmação de que tudo vai mal em todos os sentidos, o
que é lamentável.
É de se imaginar que a
previsão do apocalipse por alguns segmentos religiosos tem até seu motivo de
ser. Só está faltando aparecer o “anti Cristo, o tal do 666, a besta”, para
justificar tamanha degradação do homem com a vida e com ele próprio pelos seus pecados
e pelos seus crimes.
A mitologia é quem cria
as metáforas que muitas vezes põe o homem em dúvida, mas que sem dúvida é
apenas metáfora, sem lógica.
A realidade é quem nos
coloca diante de nós mesmos
Agarre-se à ela e
procure cumprir sua missão o mais honestamente possível e você terá feito a sua
parte, senão para com o seu semelhante, mas ao menos para com quem o criou.
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