As religiões tentam se completar com suas lendas, suas
histórias.
Cada civilização, cada povo, criou do seu imaginário seus
deuses e formularam suas histórias, suas lendas a respeito deles para fazer
valer e para que eles pudessem ser vistos com mais credibilidade e acompanhados
de “leis”, regulamentos e rituais que fazia com que cada uma delas se
diferenciasse das demais, partindo dos criadores das religiões, formalizando
escrituras ou livros para melhor disseminar a sua idéia e melhor compreensão
dos adeptos seguidores para conseguirem entender o que estavam seguindo.
Estudos atentam que as religiões e seitas religiosas
prosperavam mais nos países mais pobres pela facilidade de convencer pessoas
humildes fragilizadas por suas necessidades e sofrimentos que se agarravam em
quem dizia ser “representante” de entidades do além e de deuses, os
influenciando a acreditar e ter fé neles.
Esses crentes, na maioria miseráveis, projetavam como sendo uma corrida certa ao
pote de ouro com o pagamento do dízimo, e para os representantes dos deuses, mais adeptos significavam ter um enriquecimento
mais rápido, além de acumularem uma grande quantidade de imóveis, pois com suas
muitas igrejas e templos, contam com verdadeiros impérios em propriedades.
Grandes fortunas, como o Vaticano e outras igrejas nos países
em que eles estão, também são acumuladas com a venda da “palavra” extraída dos
escritos ou escrituras contidas em um livro considerado como “sagrado”.
Mas por maior ou melhor que sejam suas intenções, é muito
triste saber que por trás é apenas mais um comércio não se podendo fugir da
realidade. E isto é muito fácil e não precisa ter cultura. Basta levar na mão
uma cartilha (Bíblia) usada por todos e falar bem, para conquistar os incautos
adeptos. Isso acompanha o homem a séculos e o resultado todos sabem, pois que
existem mais de dez mil religiões com o mesmo objetivo tirar o dinheiro de quem
neles acreditar e deixar-se levar pela sua lábia,
Isso é assim desde que o homem descobriu que podia ser um
profissional da religião e se apossar da fé alheia induzindo os seus fiéis como
se ela fosse um produto para seu beneficio, quando em verdade a fé é
estritamente individual e indivisível, portanto inegociável e está dentro do
homem para ser comandada quando se fizer necessário pelo seu único portador. Uma
benesse da natureza, e que nunca, em hipótese alguma, deverá ser manipulada por ninguém, mesmo que esse alguém seja um
desses pseudo “intermediários de deus ou deuses”.
Na verdade o Deus criador que muitos procuram está dentro
deles mesmos, nas suas energias, na sua Fé só concedida pela Criação, pelo
espírito.
Não nos esqueçamos que nossa ligação com Ele não tem necessidade de intermediários, pois Ele é
Onipresente, está em todo lugar, ligado em toda sua criação. É só abrirmos o
coração e já estaremos falando com Ele, numa ligação direta Criador e homem.
É simples assim.
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