Como tirado de um conto
da carochinha há muito tempo cientistas e jornalistas vem alertando o mundo sobre
um problema que vem aumentando ano após
ano. O clima cada vez mais quente já está provocando diversas variações, como
por exemplo, o ar cada vez mais seco, a vaporização da água da chuva mais rápida interferindo na agricultura, e em
algumas regiões mudando a umidade do ar diminuindo fluxos de pequenos rios. E,
como sabemos, no planeta Terra uma coisa depende da outra, principalmente para
existir a água que com sua poderosa fórmula compartilha tudo da vida.
Isso é algo que todo
mundo sabe, mas por milhões de anos o homem nunca parou para pensar que embora
em grande quantidade as coisas não eram eternas.
Tudo que começa acaba e
para isto não acontecer existe a necessidade de cuidar, manter, conservar. E o
momento pelo qual passamos é o de cuidar, manter, preservar a fim de que não aconteça
o pior.
Ao que parece apesar de
um pouco tarde o homem está acordando. Mas sempre é tempo.
Já foram desenvolvidos
muitos movimentos em que pessoas, como
guardiães estão atentas criando situações para chamar a atenção de governos para
o problema que é de muita seriedade para
todos.
Países mais ricos e
desenvolvidos que a princípio teriam mais culpa no sentido de poder criar algum
desastre ecológico, já tem propiciado encontros para “discutir o assunto”. Mas
infelizmente a conclusão a que se chegou, é que os interesses são diferentes e as dificuldades
são múltiplas para quase todos.
Enquanto isso a camada
de ozônio é diminuída cada vez mais em sua ação benéfica. Os incêndios, os
desmatamentos, a poluição avançam céleres diminuindo a chance de nos livrarmos
de futuros sofrimentos que certamente acontecerão.
É tão premente a
necessidade de uma atitude de todos os homens que passou a ser uma preocupação
também das crianças, que ao notarem os desvelos dos adultos com tão importante
e necessária responsabilidade para com a vida, num ato de heroísmo partiram em
defesa dessa missão que certamente será o exemplo que abrirá as mentes mais
fechadas conscientizando-as para a realidade que teremos que enfrentar.