sexta-feira, 13 de setembro de 2019

BRASIL BRASIL




Já no nono mês de vida nova, o Brasil e  o brasileiro ainda aguardam uma boa nova nas suas esperanças, porque na realidade ainda estamos no atoleiro.

E  como no começo, o presidente no hospital tratando o seu intestino de uma facada criminosa. E para regularizar o seu funcionamento intestinal, como ele mesmo disse, deverá fazer cocô dia sim, dia não.

Mas muitas coisas tem acontecido de sério,  importante e até desconcertante para um país já com tantos problemas e tantas necessidades para quase todos, pois sempre há as exceções.

Para impor mais estragos e prejuízos, até as intempéries estão mudando as regras, e como resultado, incêndios destruindo matas e seus animais, e deixando as terras torradas e nos deixando à espera para que elas se recuperem com o tempo.

E mais ainda, as epidemias como a dengue e seus múltiplos efeitos  causando  estragos imensos nas famílias, a febre amarela que continua fazendo vítimas, e o retorno do sarampo que já se dizia extinto. Puro engano. Ele sempre esteve aí à espreita, e uma pequena  brecha foi o bastante para ele atacar ceifando vidas.

Todas as instituições fundamentais estão cada vez pior. As repartições destinadas à educação, segurança e saúde, praticamente decretaram falência, e para todas as perguntas,  a resposta do governo, sempre a mesma, na ponta da língua, soa como um eco repetindo que não há verba.

O desemprego continua formando muitos criminosos, pois a necessidade, todo mundo sabe que é má conselheira. E como se esperava  já estão tentando encontrar a solução para tudo com o aumento de impostos. Alguns até pensaram na volta   da execrada CPMF, o que custou a demissão de um dos assessores do atual governo. A Câmara  e o Congresso que dizem ter nas mãos a solução para tudo, estão tendo dificuldades em concordar para juntos aplicarem tal solução.

Tomara que todas as coisas possam ser resolvidas ainda este ano.

Os crimes de todos os gêneros, apesar das declarações de todas as alçadas contradizerem, não diminuíram. É só acompanhar os noticiários.  

Com os cortes que certamente acontecerão, tudo tende a piorar, principalmente para os mais desfavorecidos, uma vez que muitos já andam abaixo da linha da miséria, o que é muito triste.

Lamentável ainda é ter que assistir coisas iguais à briga do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella se indispondo com a Bienal tentando censurar, sem nenhuma inteligência, um trabalho onde há um beijo entre pessoas do mesmo sexo o que provocou um protesto de populares, fazendo com que lembrássemos  da história “azul é menino, rosa é menina” .

Francamente, o Brasil não merece tantos absurdos em tão pouco tempo.    

  

    
              

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