Já no nono mês de vida
nova, o Brasil e o brasileiro ainda
aguardam uma boa nova nas suas esperanças, porque na realidade ainda estamos no
atoleiro.
E como no começo, o presidente no hospital
tratando o seu intestino de uma facada criminosa. E para regularizar o seu
funcionamento intestinal, como ele mesmo disse, deverá fazer cocô dia sim, dia
não.
Mas muitas coisas tem
acontecido de sério, importante e até desconcertante para um país já com tantos
problemas e tantas necessidades para quase todos, pois sempre há as exceções.
Para impor mais
estragos e prejuízos, até as intempéries estão mudando as regras, e como
resultado, incêndios destruindo matas e seus animais, e deixando as terras torradas
e nos deixando à espera para que elas se recuperem com o tempo.
E mais ainda, as
epidemias como a dengue e seus múltiplos efeitos causando estragos imensos nas famílias, a febre amarela
que continua fazendo vítimas, e o retorno do sarampo que já se dizia extinto. Puro
engano. Ele sempre esteve aí à espreita, e uma pequena brecha foi o bastante para ele atacar ceifando
vidas.
Todas as instituições fundamentais
estão cada vez pior. As repartições destinadas à educação, segurança e saúde,
praticamente decretaram falência, e para todas as perguntas, a resposta do governo, sempre a mesma, na
ponta da língua, soa como um eco repetindo que não há verba.
O desemprego continua
formando muitos criminosos, pois a necessidade, todo mundo sabe que é má
conselheira. E como se esperava já estão
tentando encontrar a solução para tudo com o aumento de impostos. Alguns até
pensaram na volta da execrada CPMF, o que custou a demissão de
um dos assessores do atual governo. A Câmara e o Congresso que dizem ter nas mãos a solução
para tudo, estão tendo dificuldades em concordar para juntos aplicarem tal solução.
Tomara que todas as coisas
possam ser resolvidas ainda este ano.
Os crimes de todos os gêneros, apesar das declarações de todas as alçadas contradizerem, não diminuíram. É só
acompanhar os noticiários.
Com os cortes que
certamente acontecerão, tudo tende a piorar, principalmente para os mais
desfavorecidos, uma vez que muitos já andam abaixo da linha da miséria, o que é
muito triste.
Lamentável ainda é ter
que assistir coisas iguais à briga do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella
se indispondo com a Bienal tentando censurar, sem nenhuma inteligência, um
trabalho onde há um beijo entre pessoas do mesmo sexo o que provocou um protesto
de populares, fazendo com que lembrássemos da história “azul é menino, rosa é
menina” .
Francamente, o Brasil
não merece tantos absurdos em tão pouco tempo.
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