Como é natural, estamos
nos últimos dias de 2019.
Mas, para a maior parte dos brasileiros. mais uma vez
o ano não deixa boas lembranças, e certamente para esses ao invés de ser de
alegrias e de festas, o próximo ano com certeza será de tristezas pelas
necessidades e pela miséria porque muitos estão passando, e vendo ainda os crimes
e as organizações criminosas prosperarem dominando tudo, se enriquecendo, e quase
não encontrando resistência por parte das instituições que dão emprego a
milhares de funcionários mantidos com os impostos pagos pelos cidadãos de bem
para protegê-los, mas que todos sabemos não conseguem manter essa segurança
nem mesmo dentro de nossas residências.
Porém, uma pequena
parcela, a dos mais favorecidos e abastados dos brasileiros, faz com que o
Brasil ainda ande, tenha festas, comemorações e goze as delícias da felicidade
da vida como ser humano. Mas, o outro lado, a grande maioria, os desfavorecidos
pagam caro até por existir, pois para esses fica difícil acreditar em dias
melhores, porque não se acredita que os múltiplos problemas do Brasil terão
soluções em breve, ao contrário, pois o próprio governo diz não ter verba para
nada.
É triste ter de falar
assim, mas é a realidade que o Brasil está vivendo. É só olhar a situação dos cofres
públicos, a economia dos estados, das prefeituras, em sua maioria sucateadas,
muitas devendo até salários para os seus funcionários com todas as instituições
falidas, faltando tudo.
E para variar,
continuamos a ver como os políticos estão lidando com isso, pois agora já estão
se preparando para mais uma eleição que se aproxima, com o incrível número de
trinta e cinco partidos políticos disputando os cargos existentes, e onde
qualquer coisa pode acontecer.
Vem-me à mente uma
mensagem que vi no Facebook alertando os eleitores que somos roubados pelos
bandidos e que ao votar você pode estar elegendo pessoas “políticas” que vão te
roubar muito mais, e talvez por muito mais tempo.
Isto serve de lembrete para
os eleitores distraídos que não fazem as pesquisas tão necessárias.
Mas mesmo assim vamos
“sonhar”. Pois como diz a música, sonhar não custa nada.
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