Houve um tempo, no já tão
distante século passado, que o homem conseguia viver mais ou menos tranqüilo
porque ainda não havia começado a correria que existe hoje, e ele conseguia
acompanhar as coisas quase que normalmente, conseguindo estar a par com mais facilidade de tudo
que acontecia ao seu redor.
Os preços de tudo estavam
ao seu alcance e até suas necessidades pareciam menores. Claro que existiam muitos
pobres, grandes pobrezas e muito analfabetismo, e o dinheiro em geral era escasso,
mas tudo era contornado com tranqüilidade, pois que o povo era menos ansioso
por modernidades, mesmo porque elas ainda não apareciam com tanta frequência e todos se
contentavam com o que tinham.
A vida era aquilo, quem
tinha, tinha e quem não tinha não sonhava e se sujeitava a aceitar as durezas
da vida.
E mesmo assim, “diziam que eram felizes” usando de uma premissa que dura até hoje de “que dinheiro não traz felicidade”, e passando pela vida, sofrendo muito por não consegui-lo, pois que a grande maioria dos homens passa a vida à caça dele.
O tempo passou e o
homem foi abrindo portas, alargando sua inteligência e descobrindo as fórmulas para
crescer e aparelhar-se para o futuro.
E deu certo. A ciência,
a tecnologia mudou tanto a vida, aumentando seu conforto, transformando tudo em dinheiro e
riquezas, que o homem já sonha e pode até conseguir morar em outro planeta. Isso
é poder.
Porém, existem aqueles
que ainda não conseguiram achar o caminho das pedras, e parece ser sempre a
maioria. Continuam à procura do vil metal a qualquer preço, e
não são poucos, mas que só poderão se recompor se tiverem outra chance na próxima
“reencarnação”.
Cada época é simplesmente
um segmento natural na vida do planeta na sua jornada de desenvolver cada vez
mais tudo que existe nela, e o homem também está neste contexto, e por ser uma
energia ligada ao Criador, o seu espírito passa pela experiência da vida material
para evoluir.
Lembrar que no passado
a população do mundo era bem menor e tudo que existia satisfazia a todos. Mas
hoje o espaço está quase no limite e a necessidade de produção agrícola pode
trazer dificuldades para o abastecimento de todos, assim como as energias, combustíveis e saúde, que levam o homem cada
vez mais a criar substitutos científicos para suprir as possíveis lacunas.
Mas são necessárias atitudes
globais para reparar o que já foi destruído das fontes fundamentais da
manutenção da vida do planeta, como as águas potáveis, o meio ambiente, a
camada de ozônio e muitos outros que
estão em extinção, e que num futuro bem próximo causarão muitos problemas aos futuros habitantes da Terra, nossos descendentes.
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