O cinema já
trouxe para o público muitas histórias verdadeiras do passado, pois os
cineastas, em determinadas ocasiões tiram de livros as histórias filmadas,
sendo muitas vezes uma referência do que foi o passado.
No tempo dos
verdadeiros caubóis americanos, muitos criminosos assaltantes de bancos e
seriais killer viviam como hoje do seu trabalho sujo, fazendo com que as
autoridades policiais, os famosos “xerifes”, tivessem dificuldade em caçá-los e prendê-los, pois os policiais tinham
como transportes cavalos e os bandidos tinham como esconderijos as matas entre
uma cidade e outra.
A solução era oferecer
uma recompensa em dinheiro para quem os ajudasse a prendê-los. E assim foram
aparecendo caubóis que viviam disso, virando profissionais em prender os
bandidos criminosos, pois, como hoje, existiam muitos.
Muitos desses caubóis
caçadores de bandidos se tornaram famosos, e suas histórias ficaram descritas em
livros e depois nos filmes.
Vale lembrar que na
maioria das vezes a sua fama era pela sua inteligência, e pela coragem de
sozinho, com sua capacidade, prender e levar para as cadeias os bandidos amarrados
no seu próprio cavalo, o que dava a esses caçadores de recompensa, a condição de heróis.
Essa lembrança me
ocorre pelo fato de tanto tempo depois, aqui no Brasil, um criminoso solitário
estar ludibriando como nos velhos tempos as autoridades. Mas com uma diferença
gigantesca, pois após 15 dias, duzentos e setenta homens especializados,
treinados para combater o crime, armados até os dentes, em cavalos, com viaturas,
helicópteros e aparelhos com visão infravermelha, grupos de inteligência com
todos os recursos possíveis, não conseguem descobrir o paradeiro desse fugitivo, que até o momento
tem se mostrado mais vivo e inteligente que todos.
E o recurso lá, é
abandonar as casas, e nós, não temos
saída o negócio é começar a rezar.
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