Por mais que se distanciem ou se
atraiam, seus campos de força (energias) estarão sempre interligados, pois,
todos fazem parte do contexto inicial o Big-bang. Sabe-se então que nada poderá
ser acrescentado ou diminuído, tudo sempre esteve e estará ali apenas se
transformando, expandindo, dando continuidade ao propósito da criação.
E enquanto o universo estiver
expandindo, estará sempre exercendo a função de transformar de acordo com estas
energias e seus valores quantitativos, criando e agrupando matérias as mais
diversas. Matérias estas como as formações de galáxias, estrelas, poeiras cósmicas,
oxigênio, hidrogênio, gases, líquidos, minerais e tudo o mais que faz parte da
estruturação do incomensurável universo.
Tudo que está dentro do universo, dentro do seu campo de força (energias), é formado por átomos, a fonte de tudo, o bloco da construção da grande realização da criação.
E com algumas centenas de
bilhões de anos sempre expandindo, transformando e criando como um grande
caldeirão, as transformações seguindo seu curso, as concentrações de átomos no
espaço foram como sendo guiadas a se juntarem e criarem segmentos diferentes
das formações que já completavam seu ciclo e através de gases, nuvens e
oxigênio, formou-se um liquido que por seu peso atômico caiam ou vagavam no
espaço e algumas delas, em sua trajetória, encontravam planetas em evolução, ou
seja, ainda agrupando átomos para sua formação e se transformando de suas
peripécias para encontrar uma localização ou órbita na qual em função de outros
astros maiores, sofriam a sua atração ou força de gravidade ficando preso a
este, e criando um eixo sobre si e acompanhando o seu algoz até quando os seus
átomos por alguma razão perdessem as suas energias, e em função do Todo
passaria a fazer parte de outros campos de energias.
E isto acontece com o nosso sistema solar, onde alguns planetas estão presos a uma estrela de quinta grandeza batizado de Sol, e que por uma constante liberação de suas energias e pela qualidade dela, seus raios vieram a beneficiar um dos menores de seus planetas, hoje conhecido pelo nome de planeta Terra, que ao se resfriar conseguiu também armazenar uma grande quantidade do liquido água, uma combinação de átomos (H2O) que daria uma nova e arrojada transformação no cenário do universo, pois, este líquido, após algumas centenas de milhões de anos, com seus átomos e reações químicas terminou por criar a vida orgânica e vegetal em dois troncos, ou seja, o vegetal e o animal.
O planeta formado por resíduos
estelares que vagavam no espaço, por isso ricamente alicerçado por minérios,
que reagindo com os raios solares e passando de rochas para terra, e a umidade
da água, movimentando-se continuamente, e deste ponto em alguns milhões de anos
se daria início as células, que muito
lutaram até que algumas se destacassem e através mutações chegassem a células
vegetais e animais formando lodo e fungos (bactéria) e daí o futuro seria a
criação da vida no planeta Terra da qual desfrutamos até hoje.
Nesse processo há de destacar um
evento maior permitido pela criação, o surgimento do animal considerado mais
importante do planeta, o ser humano, que por conseguir ser inteligente (pensar)
é segundo se entende, a expressão máxima da criação e, portanto o rei dos
animais, e apesar de só ter aparecido por último é chamado de número um.
Resta saber qual o propósito
da criação para com o homem, pois, este só usa a sua inteligência para destruir
tudo aquilo que recebeu para sua sobrevivência, sua vida.
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