terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Real ou Irreal?

Ao nos colocarmos como uma partícula do universo em evolução, nós que acompanhamos como energia e matéria desde o início esse processo, hoje conhecido e bastante desvendado pela ciência das leis do universo, somos impelidos a pensar, querer compreender, qual nossa posição nesse contexto. Quantas perguntas passam pela nossa cabeça... Quem somos nós? De onde viemos? Para onde vamos (se é que vamos)? Até porque durante toda nossa existência é normal estarmos procurando essas respostas.

No máximo vamos conseguindo algumas explicações por meio de pensadores ou pensamentos, que até determinam pequenas revelações por parte de segmentos que se intitulam representantes desta extraordinária força criadora universal.

Mas, por mais que coletemos informações, concluímos que não houve respostas concretas e sim tentativas de chegar por melhor que seja o representante, a uma conclusão, que é na melhor das hipóteses, uma opinião que pode a qualquer momento ser mudada por uma nova interpretação.

O que nos leva a este contexto é que a ciência já perscrutou e descobriu que o átomo é a chave do universo, pois tudo dentro dele é um incomensurável número destes, gerando e liberando energias diversas unidas por uma força de suas próprias reações. Isto significa que tudo é átomo, é energia funcionando em função de suas energias em grande velocidade, e as quantidades de átomos relativas às suas energias é que formam todos os corpos no espaço. E o mais interessante é que o que mais existe nos corpos é espaço vazio entre os átomos, dando ideia que no início o universo era por assim dizer, uma bola atômica muito menor do que é hoje e que começou a se expandir fazendo os átomos se espalharem formando as galáxias, as estrelas e até mesmo a maior forma que se possa imaginar.

Com isso, podemos avaliar em parte pelo menos o que somos, ou seja, um punhado de átomos agrupados com determinadas energias, dando-nos o corpo, a forma que temos de ser (humanos). Não vamos nos esquecer que, se tirarmos as distâncias destes átomos, nós diminuiremos o tamanho do corpo, ficando talvez do tamanho de um grão de areia de acordo com os cientistas, porém conservando o mesmo peso.

Foi sobre estas bases que o cientista Plank pode afirmar que “na realidade a matéria não existe tudo é energia”.
Fica no ar: e a nossa vida, a nossa passagem pela terra?


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