domingo, 19 de outubro de 2014

COMO ENTENDER A REALIDADE

Uma boa parte do nosso país está se ressentindo de uma estiagem que está durando um bom tempo, o que não acontecia à já oitenta e quatro anos (tempo esse que não representa nada para a natureza). O problema é que esta estiagem muda muita coisa onde ela está acontecendo, começando pela diminuição das fontes, das reservas de água que vão chegando a um ponto assustador para o povo que ali vive, que é claro, nunca espera por uma situação desta, mais porque enquanto o líquido jorra não há necessidade de se pensar em sua falta, só lembrar que sem ela o ser humano reduz toda a sua vida para alguns dias, é o fim.  Depois de algum tempo todo o ambiente passa também a sentir as mudanças; os rios pela falta das chuvas vão diminuindo seus níveis, as vegetações vão perdendo vida e suas partes expostas vão secando morrendo, já na área da agricultura as plantações diminuem paulatinamente suas produções e que para os pequenos agricultores sem recursos as perdas são inevitáveis, totais. E ai uma serie de outras empresas envolvidas no processo alimentar vão tendo suas baixas seus prejuízos exemplo: as de transportes, e consequentemente os desempregos que é para muitos a falta maior. No setor da saúde para um grande número de pessoas torna-se uma preocupação principalmente para aqueles com problemas no aparelho respiratório. E o mais devastador pela falta de umidade no ar passa a ocorrer os incêndios trazendo grandes prejuízos à ecologia. A água é fundamental para a sobrevivência do homem senão vejamos a história registra que na Índia nos anos de 1877 e 1899 milhões morreram famintos em conseqüência das secas. Pelo ângulo da sobrevivência, e pela grande quantidade de humanos que já existe seria lógico ou necessário que o homem se preparasse para num futuro bem próximo não ser surpreendido com a necessidade de ter que procurar o precioso líquido que lhe dá o maior bem, a vida.

Nas cidades aquelas com grandes populações as empresas responsáveis pelo abastecimento se não estiverem bem estruturadas sofrerão colapsos que prejudicarão a população que vai sofrer por não conseguirem realizar as coisas mais básicas como fazer comida, tomar banho, se higienisar, lavar roupas, se desfazerem de detritos.

“Por mais que os administradores das cidades tentem explicar que estão trabalhando para que o precioso liquido não falte é inexplicável até caminhando para o caos”, e ainda passam o problema à responsabilidade para o povo (o contribuinte), exigindo economia no uso da água, dando aulas de comportamento e saúde como tomar seus banhos em cinco minutos escovar os dentes com as torneiras fechadas, lavando suas roupas uma vês por semana e deixando suas casas sujas não usando água para limpa-las etc. E finalmente o retorno principal para eles as multas para desequilibrar mais os infelizes contribuintes. Felizmente essas coisas só em alguns lugares estão acontecendo ainda não é o caos. A ciência tenta explicar a estiagem como um fenômeno criando em suas pesquisas os aparelhos meteorológicos para num esforço informar a população do que vai ocorrer no tempo, na temperatura de fato isso ajuda, mas não muda nada.

Esse “fenômeno” é de ordem natural todo tempo está acontecendo em algum lugar do planeta; há lugares que isto é uma constante exemplo: nos desertos. E é bom lembrar que a terra não está parada, está em evolução e nesta condição vai tendo seus períodos de transformações de toda ordem viajando pelo espaço de onde ela recebe poeiras cósmicas, impactos de explosões solares e meteoritos que de vês em quando abalam e até mudam o sistema do planeta como o que ocorreu há setenta e cinco milhões de anos quando a terra era ainda habitada pelos dinossauros. E a ciência já descobriu que o planeta terra está em processo de inversão de pólos que é uma virada radical reiniciando tudo no planeta, mas isto não é para nós podemos nos tranqüilizar. E também não se esquecer que no universo nada é visto por dia mês ou ano, as medidas são por milênios e o nosso pequenino planeta nem parece fazer parte deste contexto, mais parece um resíduo de um astro ou uma estrela gigantes de alguma galáxia que de tantas que existem a nossa ciência ainda não consegue si quer imaginar quantas poderão ser.


Mas, não importa a criação nos fez fazer parte deste contexto e aqui estamos nós contribuindo com a natureza dona e orientadora de tudo e de todos. Fazendo energias geradas pelos seus átomos e a vida criada destes para exercer as funções de integrantes do TODO, e que por sermos frágeis e falhos choramos, reclamamos, temos medo, acreditamos, temos medo da morte e até achamos que a vida é curta demais! 

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