Nossos ídolos não têm privilégios,
eles também morrem.
David Bowie nos deixou. Ele que
era chamado de “o camaleão do rock” por suas performances, por seus exageros,
por trocar de estilo musical e que influenciava a música internacional e a
brasileira, conseguiu um turbilhão de fãs em sua carreira. A cada vez que ele
se apresentava, subia no palco de uma forma diferente, em diferentes cores, com
seu poder de se androginar inconfundível e que se estendia pelos grandes
artistas, seus imitadores.
Agora ele ficará nas nossas
lembranças, nos clipes, filmes e discos. Uma expressão correta, é que o mundo
perdeu um grande artista. Que pena.
Mas não vamos nos esquecer que já
uma grande quantidade de ídolos do passado nos deixou, com muitos milhares de
fâs chorando e lamentando a sua perda, mas tendo que se conformar, pois, que a
ordem natural é implacável. Resta a todos nos conformarmos, pois, que temos
ainda suas imagens, suas gravações, suas marcas para nossas recordações.
Na realidade, humanos que são,
cumpriram suas missões.
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