Pelo que eu aprendi, devemos
agradecer todos os dias pela oportunidade a nós concedida de passarmos pelo
planeta Terra.
Pensadores e religiões em seus
estudos alegam que a Terra é um planeta de expiações, assim o espírito que aqui
vem é para se auto-ajudar, pois vai dar de encontro com problemas que adquiriu
em vidas anteriores, podendo, se conduzir bem, se redimir das suas culpas e
fazer acertos, melhorando sua posição junto à Criação.
Há estudos que afirmam que é
feito uma projeção da futura encarnação na Terra a partir da família, peça
fundamental para sua evolução, pois que nestas famílias estão os espíritos, motivos de seus problemas de encarnações anteriores, e agora da sua nova
encarnação. E os parentes, na sua maioria, também estão ligados espiritualmente,
todos seguindo na mesma direção com os mesmos propósitos.
Devemos lembrar que a verdadeira
família é a espiritual, e é até por lógica que a matéria foi criada quando o
espírito já vivia no espaço e o futuro era o universo, isso provado
cientificamente quando da descoberta do Big-Bang (hipótese do átomo primordial de Georges Lemâitre).
A ação dos átomos e da sua
energia tornou possível a criação dos astros, estrelas, galáxias e muitos
planetas que formam o universo. Neles foi sendo desenvolvida a vida como a da
Terra.
Talvez essa tenha sido uma
estratégia da Criação para corrigir ou desenvolver os espíritos na sua caminhada
para a evolução. Mas a Criação não pára e o universo está em expansão, e não é
possível aquilatar até quando (talvez esteja apenas no começo, o que não nos
cabe saber).
Tudo que é criado tem sua função
e a nós cumpre apenas acompanhar, assistindo ao homem, que como num cadinho, vai misturando tudo, crenças, religiões, seus rituais, seus deuses, pobreza,
riqueza, fazendo guerras, praticando toda espécie de crimes, outros tentando
fazer o bem, praticando a solidariedade.
O que dá para entender é que nem todos se beneficiaram ou vão se
beneficiar da vida na Terra, pois não souberam e não sabem aproveitar a
oportunidade oferecida pelo Criador, voltando com mais dívidas para acertar de
que quando veio.
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