A Internet deu
oportunidade a todos aqueles que quisessem, pudessem participar do período da
campanha eleitoral de 2018 juntamente com os candidatos, falando tudo que lhes
vinha à cabeça (verdade ou não) como mais uma forma de desabafo em ver tantas
coisas erradas, tantas mentiras expostas, que até por necessidade devemos
colocar todas as nossas esperanças naqueles que conseguirem ser eleitos, e que honestamente,
esperamos vão dar nova vida ao Brasil e ao seu povo tão sofrido, desmascarando
todos os políticos corruptos e antipatriotas.
E que a Lava Jato
continue colocando os culpados na cadeia, pois já foram detectados grupos se
preparando para fazer terrorismo com jovens que se propõem a participar de tais
atos.
Nossas necessidades já
são conhecidas a mais de quinze anos, em virtude da má administração de um só
partido político.
As eleições de 2018,
mais do que nunca, são para que se eleja aquele que por aptidão e patriotismo
quer e deseja, como todo brasileiro, que o Brasil saia dessa situação negativa
em que se encontra.
O segundo turno nos
mostra dois candidatos que estão se propondo a ser esse homem com “agá”
maiúsculo, e a quem, através do voto dos eleitores, o Brasil vai confiar a sua
administração para que ele recomponha e reorganize tudo no nosso país que foi
detonado por políticos corruptos, bandidos, quadrilhas, que o deixaram
endividado e o seu povo mais pobre aumentando e muito os que já estão na
miséria.
E não esquecer que a
fome é má conselheira.
Os candidatos, estamos
vendo todos os dias nas reportagens, nas notícias, programas políticos gratuitos e alguns debates,
chegam a tornar desconcertante para o eleitor a falta de credibilidade no que
falam, com discussões e ofensas trocadas entre eles. E o que se registra é que
um recebe ordens de seu ídolo que está
preso, condenado por seus crimes, e o outro por vezes assusta o povo, pois seu
ídolo é um militar do tempo da ditadura, muito conhecido, de codinome Ustra.
E os registros
lembrados dos dois no horário político obrigatório na TV parece não condizer
com o que se esperava de um salvador da pátria, mas é o que temos para o
momento, e por isso vamos acreditando num “milagre”, pois que a esperança do
brasileiro tem que continuar de pé.
E queiramos ou não, o
nosso Brasil para se salvar depende e precisa desse salvador da pátria.
E como agora, já não há
mais nada a fazer, só nos resta cumprir o nosso dever para estarmos em
consonância com a lei.
Votar e esperar.
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