quarta-feira, 24 de outubro de 2018

VIOLÊNCIA - nunca, nem mesmo em última instância


            

Nesses últimos momentos das eleições 2018, os candidatos, principalmente os que concorrem à presidência do Brasil, parece que estão botando para fora suas fúrias.  

E já não é só para falar de seus projetos, do que vão tentar fazer para ajudar o Brasil e o brasileiro. Chegaram à conclusão que precisam ser agressivos e estão procurando se agredir cada vez mais atacando um ao outro com ofensas morais, e mostrando os problemas e defeitos tentando expor o outro ao ridículo o que precisamente não é o ponto, pois o que o Brasil precisa agora é de calma, tranqüilidade e paciência, pois ele está doente e precisando de tratamento para se recuperar das muitas feridas deixadas por pessoas desequilibradas, corruptas e desonestas que quase o levaram à falência.

É necessário que os candidatos que estão se propondo a curar o país sejam pessoas de boa índole, com tranqüilidade e aptidão suficiente para fazê-lo.

E hora de todos darem as mãos se conscientizando que só a paz e a tranqüilidade poderão nos tirar da pior das tempestades e da situação em que nos encontramos.

Não é com ameaças, mentiras, acusações e mesmo tentativas de até cometer um crime que vai melhorar nada.

É tão grave o que vem rolando na corrida pelo poder, que os candidatos extrapolam nas ameaças, pois no dia 21 último um deles falando através um telão na Avenida Paulista São Paulo, fez um discurso, o mais violento desde o início da campanha, onde ele expunha que, se eleito, iria cometer os maiores desatinos contra seus adversários. Um terror.

Parece que o homem está longe de alcançar o objetivo da Criação, que seria o de lembrar que somos todos irmãos e com os mesmo direitos.

É decepcionante tal posicionamento.

Tais acontecimentos vêm sendo acompanhados pelo mundo que em alguns momentos está ficando preocupado com o que poderá vir, chegando até a comparar o nosso Brasil com outros países que se autodestruíram por políticas impostas ao povo que se rebelou contra elas.

Ainda um exemplo, o New York Times parece já lamentar dizendo em uma coluna política sua, e já se baseando nas últimas pesquisas, termos “uma triste escolha para o Brasil”.


Mas o que vai prevalecer mesmo são os votos dos brasileiros, que mesmo estarrecidos com os acontecimentos e apesar de se encontrarem numa encruzilhada nunca perdem a esperança de que o Brasil por sua força e sua história jamais se abaterá e este é só mais um obstáculo que terá que vencer.
     
           


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