A pergunta que não quer
calar. Ao morrer para onde o espírito vai.
São muitas as respostas
formuladas pelo homem por suas crenças, por suas tradições e princípios, ou
mesmo por sua inteligência de acordo com seus conhecimentos e por força do seu
imaginário.
Ainda há pouco assisti a
um debate entre dois senhores grandes conhecedores das escrituras sagradas e
percebi que por mais que eles debatessem sobre o assunto esmiuçando os capítulos
do livro dos livros, depois de um bom tempo não obtiveram a resposta, mesmo
porque eles só sabiam tudo através do que diz o livro, que direciona apenas os
adeptos do cristianismo, e que representa uma pequena parte dos homens no
planeta.
Mas é preciso levar em
conta o pensamento e conhecimento de todos os outros povos que fazem parte da
Terra e tem suas próprias lendas e histórias.
E assim o homem desde o
seu início passa pela vida sem na verdade saber qual será a sua continuidade,
se é que ela existe, ficando a resposta transitando mesmo em especulações tanto
na mitologia como na ciência, pois que por mais que se procure saber ainda
ninguém obteve a resposta para esclarecer tal mistério, ficando mesmo só nas suposições e especulações.
Até dá para entender as
muitas explicações de onde viemos. Começando pelo sopro no nariz de Adão e por muitos
outros ângulos tem-se que dar crédito, por vias de energias, que a origem pode
ser uma fonte inteligente geradora das energias que formula e cria em destaques
os espíritos que assumem suas individualidades num corpo físico e que obedece
aos mesmos princípios dessa energia criadora, o que nos faz pensar que ela ao
terminar suas funções se dispersa e retorna à fonte de origem. Isto para que
tudo possa ter sentido, ou então para explicar o aproveitamento e justificar o
investimento da sua criação.
Por mais que se tente
uma explicação ainda não se descobriu nada além de que a morte seja o fim. O
que se segue são apenas especulações das seitas, religiões e de charlatões na
tentativa de explorar o neófito.
O que sempre existiu
para alimentar as lendas e histórias foram os livros de escritores ávidos para vendê-los
e que sempre foi para eles uma fonte inesgotável de renda. Como exemplo,
podemos citar a Bíblia que é de origem judaica, e é o livro mais vendido no
mundo, significando o enriquecimento de quem as fabricam.
E assim sucessivamente
desde o Livro dos Mortos do antigo Egito já foram criados milhões de livros
considerados até “sagrados” em todos os tempos e por todas as civilizações,
isto apenas para merecer uma explicação ou justificativa que por mais que se
selecionem seus deuses, seus homens “santos” nos seus capítulos, dos seus até
“milagres”, a verdade é bem outra, pois podemos entender que são apenas histórias
que o povo conta.
O que fica para muitos,
é que no papel escreve-se o que bem se entender e quem ler, acredita se quiser.
Uma coisa é certa. Não
é necessário ter pressa. Um dia todos nós vamos saber a resposta.
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