quarta-feira, 17 de abril de 2019

ACREDITE SE QUISER




A pergunta que não quer calar.  Ao morrer para onde o espírito  vai.

São muitas as respostas formuladas pelo homem por suas crenças, por suas tradições e princípios, ou mesmo por sua inteligência de acordo com seus conhecimentos e por força do seu imaginário.

Ainda há pouco assisti a um debate entre dois senhores grandes conhecedores das escrituras sagradas e percebi que por mais que eles debatessem sobre o assunto esmiuçando os capítulos do livro dos livros, depois de um bom tempo não obtiveram a resposta, mesmo porque eles só sabiam tudo através do que diz o livro, que direciona apenas os adeptos do cristianismo, e que representa uma pequena parte dos homens no planeta.

Mas é preciso levar em conta o pensamento e conhecimento de todos os outros povos que fazem parte da Terra e tem suas próprias lendas e histórias.

E assim o homem desde o seu início passa pela vida sem na verdade saber qual será a sua continuidade, se é que ela existe, ficando a resposta transitando mesmo em especulações tanto na mitologia como na ciência, pois que por mais que se procure saber ainda ninguém obteve a resposta para esclarecer tal mistério,  ficando mesmo só nas suposições e especulações.

Até dá para entender as muitas explicações de onde viemos. Começando pelo sopro no nariz de Adão e por muitos outros ângulos tem-se que dar crédito, por vias de energias, que a origem pode ser uma fonte inteligente geradora das energias que formula e cria em destaques os espíritos que assumem suas individualidades num corpo físico e que obedece aos mesmos princípios dessa energia criadora, o que nos faz pensar que ela ao terminar suas funções se dispersa e retorna à fonte de origem. Isto para que tudo possa ter sentido, ou então para explicar o aproveitamento e justificar o investimento da sua criação.

Por mais que se tente uma explicação ainda não se descobriu nada além de que a morte seja o fim. O que se segue são apenas especulações das seitas, religiões e de charlatões na tentativa de explorar o neófito.

O que sempre existiu para alimentar as lendas e histórias foram os livros de escritores ávidos para vendê-los e que sempre foi para eles uma fonte inesgotável de renda. Como exemplo, podemos citar a Bíblia que é de origem judaica, e é o livro mais vendido no mundo, significando o enriquecimento de quem as fabricam.

E assim sucessivamente desde o Livro dos Mortos do antigo Egito já foram criados milhões de livros considerados até “sagrados” em todos os tempos e por todas as civilizações, isto apenas para merecer uma explicação ou justificativa que por mais que se selecionem seus deuses, seus homens “santos” nos seus capítulos, dos seus até “milagres”, a verdade é bem outra, pois podemos entender que são apenas histórias que o povo conta.

O que fica para muitos, é que no papel escreve-se o que bem se entender e quem  ler, acredita se quiser.

Uma coisa é certa. Não é necessário ter pressa. Um dia todos nós vamos saber a resposta.

                                                                           



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