Em meio a tantas
notícias ruins encontramos uma que se não resolver nada, pelo menos demonstra
que nem tudo está perdido.
Ela nos fala de uma
nova lei que deverá ser editada e que pode ajudar as futuras vítimas de feminicidio,
onde atos hediondos são normalmente praticados pelos ex maridos e namorados, que procuram por
muitas razões impedir que haja o rompimento de suas vidas conjugal, e quando a
mulher quer tentar uma nova vida traçando para si uma nova história, e é
interrompida por alguém que jurou para ela amor eterno.
Quando esse mesmo ex
percebe a gravidade daquilo que certamente ele mesmo tenha proporcionado, tenta
reatar os laços perdidos, afirmando que nunca mais tais atos serão repetidos, numa tentativa em vão, e sem sucesso. Faz
ameaças usando muitas vezes os filhos como um recurso, indo assim até às
últimas conseqüências finalizando quase sempre com a morte daquela com quem compartilhou algum
tempo de sua vida.
Infelizmente esse crime
grave é uma constante nos noticiários, e apesar das autoridades terem criado a
delegacia da mulher e as medidas protetivas, percebe-se nitidamente que tudo isso tem pouco
efeito sobre os nervosos maridos que em suas mentes se julgam donos destas suas
infelizes vítimas.
Essa nova lei deverá facilitar
o desligamento do casal, e o desfecho será o divórcio automático, não havendo
dificuldades ou espera para ser decretado.
Apesar de pequeno é mais
um passo dado a favor das mulheres que vem há muito lutando e reivindicando seu
verdadeiro e devido lugar na sociedade.
Mas apesar da nova lei, não podemos esquecer que é preciso uma conscientização em todos os homens, não só do nosso país, a fim de que sejam nossas mulheres consideradas como mulheres e não como objetos que podem ser facilmente eliminados quando não mais se façam necessários.
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