Uma das coisas que
chama a atenção do mundo para o Brasil, é que embora ele seja um país grande e rico,
a sua fragilidade é imensa, e se por uma necessidade, ele tiver de se defender
de um possível “inimigo” (isso é hipotético), não teria como nem mesmo conseguir
vencer suas próprias necessidades, algo que
para ser conquistada bastaria apenas ter uma boa administração, coisa que há
muito não acontece, implicando em que o nosso país continue com as maiores
dificuldades nas suas economias e em todas as suas instituições.
E como conseqüência, a indústria
e o comércio ao concentrarem suas atenções nas reduções de despesas, tem como
resultado o desemprego de milhões de trabalhadores que há anos estão na rua da
amargura vendo seus familiares na miséria, e a maioria deles vivendo abaixo da
linha da miséria.
Os políticos cogitam as
mais diversas fórmulas de como com leis e decretos fazerem melhorar a situação caótica em que
está o país, mas há uma lentidão e demandas partidárias que tornam tudo um
labirinto, onde não se acha o caminho certo para que tais decretos e leis
salvadoras sejam aprovadas e as sessões para que isso aconteça vão rolando para
outra semana, para outro mês, com o presidente da câmara já falando em
deixá-las para o ano que vêm, e por ai vai.
Do executivo muito do
que se ouve é impronunciável, pois em uma reportagem recente, nosso presidente,
passeando de moto com amigos, num entrevero com jornalistas, chegou a ofender a
genitora de um deles. E isso em plena via pública.
Agora, com interesses
que vem de fora, voltamos a ser citados como sendo a floresta amazônica o
“pulmão do mundo”, desta vez sendo citado pelo próprio Vaticano, que aparentemente,
politicamente está perdendo terreno na área, E reúne seus intermediários num
Sínodo para discutir a situação do seu eleitorado que engloba o Amazonas, se utilizando
da situação precária do índio brasileiro. E depois de muitos anos, vemos de
volta o cacique indígena Raoni, que voltou e já se tornou noticia no mundo.
Mas a realidade é uma
só, com muito dinheiro em jogo e podendo render riquezas que ainda estão por
vir, o que há muito é vigiado por diáconos e suas mulheres desde o tempo dos “santinhos
do pau oco”. E quem coloca as mãos primeiro, sai com elas mais cheias.
O que se espera é que
os nossos políticos, como prometeram, cumpram os seus deveres de salvar o
Brasil, inclusive aqueles que se apresentam com pele de carneiro, mas que na
verdade querem repetir tudo aquilo que desde tempos remotos fizeram.
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