terça-feira, 8 de outubro de 2019

AMAZONAS - ALVO DO SÍNODO




Uma das coisas que chama a atenção do mundo para o Brasil, é que embora ele seja um país grande e rico, a sua fragilidade é imensa, e se por uma necessidade, ele tiver de se defender de um possível “inimigo” (isso é hipotético), não teria como nem mesmo conseguir vencer suas próprias necessidades, algo  que para ser conquistada bastaria apenas ter uma boa administração, coisa que há muito não acontece, implicando em que o nosso país continue com as maiores dificuldades nas suas economias e em todas as suas instituições.

E como conseqüência, a indústria e o comércio ao concentrarem suas atenções nas reduções de despesas, tem como resultado o desemprego de milhões de trabalhadores que há anos estão na rua da amargura vendo seus familiares na miséria, e a maioria deles vivendo abaixo da linha da miséria.

Os políticos cogitam as mais diversas fórmulas de como com leis e decretos  fazerem melhorar a situação caótica em que está o país, mas há uma lentidão e demandas partidárias que tornam tudo um labirinto, onde não se acha o caminho certo para que tais decretos e leis salvadoras sejam aprovadas e as sessões para que isso aconteça vão rolando para outra semana, para outro mês, com o presidente da câmara já falando em deixá-las para o ano que vêm, e por ai vai.

Do executivo muito do que se ouve é impronunciável, pois em uma reportagem recente, nosso presidente, passeando de moto com amigos, num entrevero com jornalistas, chegou a ofender a genitora de um deles. E isso em plena via pública.

Agora, com interesses que vem de fora, voltamos a ser citados como sendo a floresta amazônica o “pulmão do mundo”, desta vez sendo citado  pelo próprio Vaticano, que aparentemente, politicamente está perdendo terreno na área, E reúne seus intermediários num Sínodo para discutir a situação do seu eleitorado que engloba o Amazonas, se utilizando da situação precária do índio brasileiro. E depois de muitos anos, vemos de volta o cacique indígena Raoni, que voltou e já se tornou noticia no mundo.

Mas a realidade é uma só, com muito dinheiro em jogo e podendo render riquezas que ainda estão por vir, o que há muito é vigiado por diáconos e suas mulheres desde o tempo dos “santinhos do pau oco”. E quem coloca as mãos primeiro, sai com elas mais cheias.

O que se espera é que os nossos políticos, como prometeram, cumpram os seus deveres de salvar o Brasil, inclusive aqueles que se apresentam com pele de carneiro, mas que na verdade querem repetir tudo aquilo que desde tempos remotos fizeram.            


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