É muito doído o que vem acontecendo no Brasil, que já se tornou uma grande referência para o crime, pois mesmo sem produzir os
conhecidos produtos químicos, ou seja, as drogas, possui em franco progresso, muitos
laboratórios de refino com aparelhos (os mais modernos em todo o país), sendo considerado também um corredor de drogas
para o mundo através de aviões, navios e por via terrestre, com drogas vindas de
outros países.
O que assusta é que quando algum
traficante é pego pela polícia, são encontradas com ele quantidades contadas em
toneladas, seja maconha ou cocaína e ainda com uma grande variedade de outros
tipos de drogas injetáveis, comprimidos, papelotes, pedras, pinos e por aí vai. Todas
elas sendo usadas pelos brasileiros, vítimas das garras do tráfico, principalmente os jovens. E os traficantes estão em todos os lugares, a partir
dos portões das escolas infantis e em qualquer lugar de diversão e torcidas
dos esportes. Porém, o mais triste é ver tanta gente de todas as faixas etárias
sendo subjugadas pelo vício mesmo sabendo o grande mal que ela vai causar a ele
e aos seus familiares. É só se espelhar na cracolândia em São Paulo.
É certo que o vício das drogas
não é coisa nova. Desde a antiguidade encontramos seus registros,
principalmente em religiões e com muitos tipos de drogas como acontece hoje no
santo Daime e ayahuasca, muito utilizada pelos aborígenes, que historiadores
admitem ser seus criadores, pois que tais drogas eram utilizadas como
coadjuvante nas pajelanças e eram retiradas de plantas ou das suas raízes,
onde instintivamente se encontrava a combinação química perfeita, e ao fumarem
ou ingerirem sentiam seus efeitos que nunca foram saudáveis.
A cada matéria que alguém escreve,
normalmente o seu intuito é o de alertar que a droga é um caminho sem volta
para o incauto que por acaso é apresentado a ela.
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