quarta-feira, 22 de agosto de 2018

AGORA SÃO OS DE RORAIMA - Que estão precisando de ajuda


      
Mais uma vez as nossas autoridades esperaram para ver a coisa pegar fogo. Desta vez os acontecimentos são em Roraima, que pela sua localização tornou-se a entrada dos imigrantes à procura de um lugar para sobreviver, pois que estão na pior, não muito diferente dos brasileiros. Mas mesmo assim eles estão chegando às centenas.

Inicialmente, padres os receberam e com a ajuda de outros foram solidários para com eles, até incentivando-os a trazerem suas famílias e amigos. Até aí tudo bem.

Porém os roraimenses não estavam preparados para tal e logo todas as dificuldades começaram a aparecer, pois que as nossas prefeituras, todos sabem, estão sem recursos para dar o mínimo de apoio para os seus cidadãos.

Naturalmente foi solicitado socorro para o governo do estado, mas ele também se encontra em grandes dificuldades, e o estado acabou transferindo esse pedido ao presidente, que desde o início sabia de tudo através dos noticiários.

O resultado todos sabem. A quantidade de imigrantes extrapolou a possibilidade de atendimento da cidade e com isso começaram a ser sentidos os resultados negativos. A situação tornou-se aterradora para os roraimenses, e, por vários motivos, eles estão reclamando para que seja tomada uma atitude pelos governos, pois estão sofrendo com roubos e outras coisas e os imigrantes recebendo atendimentos que para os nossos próprios compatriotas são negados.

Para os roraimenses, principalmente os da cidade de Pacaraíma é um insulto e vendo a morosidade das autoridades para que seja tomada alguma atitude, já estão reagindo, utilizando a força, algo que tem que ser corrigido já para não acontecer o pior.

Foram tomadas algumas atitudes sim, embora tardiamente, mas com pouco resultado, como o envio de uns poucos soldados da Força Nacional, que deveriam ter sido enviados logo no inicio tendo em vista a gravidade do evento, pois apesar de toda a nossa vontade em ajudá-los, não deixa de ser uma “invasão” no nosso Brasil, o que merece no mínimo uma fiscalização, um controle enérgico para se evitar futuros problemas como os que já vêm acontecendo em outros países.

Isso não implicaria em nada em sermos solidários com quem quer que seja, mas apenas se o nosso país tivesse realmente condições para dar uma assistência verdadeira a todos, a começar pelos nossos infelizes desempregados, pobres, em que uma grande quantidade infelizmente ainda está abaixo da linha da miséria.   
       


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