O que todos sabem é que na Terra,
2/3 da sua água é constituída de água salgada, e apenas o 1/3 restante é
potável e indispensável para o ser
humano e sua sobrevivência.
A sua falta significa a extinção
da vida no planeta. Isso é repetitivo há séculos, mas mesmo assim, o homem,
apesar de inteligente, parece que nunca avaliou a sua responsabilidade para com
ela e com a sua preservação e qualidade, não cuidando principalmente de suas
nascentes mantenedoras dos rios e lagos que a milhares de anos irrigam a crosta
terrestre dando a ela a vida necessária à vegetação e aos animais que colaboram
para que se mantenha a raça humana.
É lugar comum se dizer que “onde
há água há vida”. Estudos concluem que sua quantidade é regulada pela natureza
e é por essa razão que o homem já há muito tempo deveria ter dado a ela a
atenção devida ao produto fundamental para sua sobrevivência e existência.
O homem que surgiu no planeta
Terra a partir de mínimas células, após uma série de mutações hoje já conta com
mais de sete bilhões e quinhentos milhões de seres que ocupam quase toda área
de terras existentes. Mas ficou bem claro que todo esse tempo em que o homem
habita a Terra, nunca se preocupou em cuidar do precioso líqüido. Ao contrário,
além de não cuidar dos nossos mananciais, o homem vem poluindo, desmatando suas
margens, os enfraquecendo e usando suas águas para outros fins, e com isso,
extinguindo grande parte de suas vidas juntamente com seus peixes e tornando-os
depósitos de lixo bem como tornando tais águas recebedoras de esgotos das grandes
cidades, quase nunca se lembrando da necessidade de limpá-los ou revitalizá-los,
e que no futuro, poderão ser apenas correntes de águas poluídas, mortas, não
esquecendo que a sua falta acarretará a cobrança pela sua necessidade.
A tendência é que os efeitos
solares estarão sempre aumentando seus poderes. O clima, seguido de estiagens
naturais, na atual conjuntura já está produzindo seus efeitos no nosso tempo
com incêndios, diminuição drástica de água potável, já obrigando muitos a
recorrerem à compra de água mineral de algumas fontes ainda existentes. A
poluição da atmosfera, do ar, está tornando a sobrevivência cada vez mais
difícil.
E o homem assiste a tudo isso sem
fazer nada ou quase nada para melhorar tal situação, só reclamando, e as
autoridades, ao invés de se prepararem investindo em projetos para ao menos
minorizar o problema, vêem nele a oportunidade de tirar proveito aumentando
seus custos e criando multas absurdas para os já contribuintes quando são
determinados os racionamentos que se fazem necessários.
Alguns países tiveram a
oportunidade de se reunir e discutir o assunto, mas o resultado ou o efeito
ainda não foi sentido em nenhum lugar, ou seja, não houve interesse positivo
por parte de ninguém.
E assim só nos resta esperar que
a escassez da água e os seus efeitos tão drásticos, façam com que o homem tome
uma atitude certa que seja a de preservá-la, tratando-a como deve ser tratada
em concordância com a natureza para que ela continue sendo a verdadeira fonte
da Vida.
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