A exploração da fé
publica é tão antiga como a existência do homem, e inclusive é acompanhada por
contadores de histórias, escritores e religiões que também tiram o seu quinhão.
E a sua incidência
sempre foi sobre curas, milagres e as necessidades físicas onde os charlatões
melhor manipulam suas vítimas que caem em suas mãos muitas vezes em momentos de
fraqueza, grandes necessidades ou uma cura.
Em todo e qualquer
lugar você fica sabendo deles em muitas modalidades, como por exemplo, uma benzedeira, um curandeiro, um médium que recebe espíritos, um líder de igreja que faz orações milagrosas
“operando milagres”. E isto invadiu o rádio, as emissoras de TV, onde vemos
pessoas largando muletas, deixando cadeiras de roda, os que têm doenças físicas
como dores e dificuldade de movimento em
algum órgão, e que, a partir do momento que é atendido pelo tal líder religioso
ficou curado e faz demonstrações de que se curou.
É inacreditável que
isto possa estar ocorrendo em pleno século XXI. E o pior, milhares de pessoas
ainda são envolvidas acreditando nestes enganadores da boa fé pública.
Agora mesmo foi
desmascarado um destes enganadores da boa fé pública, que usando da alcunha de João
de Deus, para melhor enganar incautos se dizendo ser um médium possuidor de
poderes, durante décadas deixou sua marca criminosa em muitas mulheres que o
procuraram para tentar encontrar uma cura espiritual para seus problemas.
Estes elementos
existirem até dá para entender, pois eles são o mal em pessoa cumprindo suas
metas. Mas em se sabendo de toda a ascensão do homem, de todo o seu progresso em
todos os sentidos, com todo o seu conhecimento, torna-se incompreensível ter que reconhecer que na sua maioria o homem ainda não acordou para
realidade em que vivemos, se arrastando com dificuldade para se desligar de um
passado remoto atendendo a antigos apelos da mitologia que só deveriam ser
lembrados como histórias de um antigo passado do homem quando do seu surgimento
no planeta.
Nenhum comentário:
Postar um comentário