O que sabemos é que em todos os
tempos eles foram usados e respeitados por muitos motivos, o de reconhecimento
de poder, de sagrado, demoníaco e muitos outros que por seus valores foram
inseridos nas histórias para que elas pudessem ser completas.
Nem sempre a simbologia usada por
seitas e religiões ou outros pensamentos tem a ver com eles, pois foram tomados
em momentos de falta de conhecimento para impressionar ou dar prestígio ao que
estava sendo criado ou levado a efeito, porque estes símbolos que passavam a
usar às vezes não eram mais que um simples amuleto ou simpatia da antiguidade,
quando por ignorância acreditavam que estes os defendiam dos mais diversos
malefícios, sendo um deles, que permanece até hoje, é o do mau olhado. Que medo!
Outro, de domínio público por não
se saber sua origem e que foi e é usada a revelia e por ser de fácil feitura e
reconhecimento, é a cruz que até hoje garante o sucesso de muitos escritores e
de muitas religiões, e que no passado foi um dos amuletos mais usados em
bandeiras e escudos de guerreiros, e não se sabe desde quando passou também a
ser mais comum nos locais onde morre alguém, em túmulos nos cemitérios e em
qualquer lugar sem exceção.
Quem já não viu um filme ou leu
um livro com este título “O sinal da cruz”. Já no império romano e em muitos
lugares daquela época, a execução de criminosos era a crucificação. É tão
presente e usual a cruz, que uma religião criou a forma de sinalizar com as
mãos, no próprio corpo, o sinal da cruz alicerçando que até no momento de uma
oração deve-se iniciá-las e encerrá-las com ele.
Mantendo a sua forma, a cruz já
teve muitas apresentações por povos que a adotaram, como por exemplo, a cruz
céltica (Druidas), a egípcia, a cruz templária de malta e muitas outras, fazendo com que ela seja conhecida pelos
historiadores desde o Período Neolítico.
Um símbolo muito conhecido no
mundo de hoje e que tem influência política, veio de lendárias histórias de
algumas seitas que se envolviam com o ocultismo e que eram reconhecidos por uma
cruz acrescentada por eles de hastes nas suas extremidades e batizada de
suástica ou cruz gamada, a “sinistrógera” ligada ao “sol negro” de poder
destruidor que tudo arrasa em sua passagem. Pode representar o martelo de Thor,
quando usado para castigo da humanidade, como a II guerra mundial, e que alguns
estudiosos consideram como sendo o mais antigo símbolo esotérico do mundo.
Podemos assinalar a
extraordinária difusão da suástica na antiguidade, tanto no Ocidente quanto no
Oriente. Nos países europeus ela está presente em todas as tradições do norte,
pois já há mais de três mil anos ela aparecia em moedas sumerianas. Muitos
séculos depois veio dar de encontro a um ditador, um homem megalomaníaco por
poder de nome Adolf Hitler, que sabendo da sua história na antiguidade a adotou
como sua marca e símbolo, e que deu certo, pois até agora quem tentar usá-la
mesmo como fantasia ou brincadeira, será processado e até preso, como se o
antigo amuleto fosse o mau, e que até tem como seu reverso a suástica
“destrógera” (suas hastes indicam sentido anti-horário), e representa a magia
branca, o sol da vida.
Não há como saber o que já
existiu e existe de símbolos, mas sabemos que eles foram uma das formas ou
caminho que o passado teve para chegar até nós, pois que o pouco que sabemos
deles só foi possível quando os descobrimos e fomos desvendando seus mistérios.
E tem sido tão úteis que quando vemos uma coisa nova logo imaginamos que seja
apenas uma informação revelada por algum símbolo que chegou até nós.
Agora façam uma viagem pelo
espaço e pelo tempo e logo verão que sempre o que você mais vai reconhecer são
eles, os símbolos, cada um contando sua história. E apenas para citar vamos
marcar alguns como o círculo, a cruz, o triângulo, o sol, a lua, a espada, o quadrado, chifres, um animal, a cruz suástica, as estrelas, o oito deitado que
representa o infinito provando as razões do universo incomensurável, a Criação.
Enfim o que seu cérebro conseguir
pensar, captar poderá ser a grande quantidade de símbolos que a humanidade já
fez e confeccionou, mas o homem, criativo que é, estará sempre criando novos
símbolos para preencher as necessidades e lacunas de sua vida.
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