quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

A GUERRA QUE NÃO VAI ACONTECER




Não era de se esperar que 2020 logo no seu começo trouxesse noticias tão fortes como a possível guerra entre USA e Irã, apesar de ambos os países estarem a muito tempo se provocando.

O mundo apesar de não estar acreditando em tal desatino está abalado pelo desequilíbrio que tal acontecimento, “essa possível guerra” poderá causar, ou melhor, já está causando, pois envolve o mundo todo, ocasionando desarranjo  em suas economias, onde muitos, a bom tempo, já vem sofrendo crises seguidas.

Os dois países são muito importantes o que faz com que todo o restante do mundo dependa deles.

Desde o fim da segunda guerra mundial o mundo parece viver como que aguardando um acontecimento grandioso, um apocalipse, aguardando que os países mais poderosos criem super exércitos, armas poderosíssimas, principalmente as engenhosas armas nucleares, as bombas atômicas, e os que já as possuem tentam impedir os outros de tê-las, pois isto significaria poder idêntico de destruição, uma presunção ignorante quando o homem já conseguiu alcançar quase o ápice de sua inteligência, pois se sabe perfeitamente que a destruição de um deles também poderá refletir no vencedor.

É sabido que todo poder que o homem julga possuir é passageiro, e tudo de bom ou mal que ele conseguir fazer e criar, se tornará apenas história que por muitos ângulos pode ajudar ou prejudicar seu próprio povo ou até a humanidade.

A guerra desde o inicio é a certeza de que todos, vencedores e vencidos perdem. O que sempre permitiu ao homem fazê-las foi e é a sua necessidade do poder que podemos entender hoje como comércio que pode preencher esta lacuna enriquecendo-os.

Mas não se pode esquecer que desde o passado o homem é subjugado pela mitologia, pelas crenças e religiões que segundo a história sempre foi causadora das desavenças entre povos e isso ainda permanece, através das conhecidas “tradições familiares”, o que torna os homens, dentro dos seus conceitos, inimigos, e que quando esses homens, dirigidos por lideres fanáticos, mesmo sem admitir também se tornam seguidores fanáticos que podem ou chegam a cometer as maiores barbáries, os maiores crimes simplesmente para defender sua religião, seus deuses, ou então, como em muitos países, homens que governam seus países acreditando, por causa de seus princípios religiosos, que o mundo foi feito em sete dias, e que a mulher saiu da costela de um homem considerado o primeiro de nome Adão, saído da história de um livro da antiguidade, mesmo vivendo no século XXI, quando o homem já foi a Lua e está perscrutando outros planetas como Marte, pode e faz clones e células humanas e muito mais, o que já não é segredo pra ninguém bastando para isso assistir aos noticiários.

É uma pena, mas estas pessoas existem e estão governando países, e aí eu fico pensando qual é a ideia desses homens em relação à ciência, aos efeitos de uma bomba atômica, e é muito difícil de aceitar e fácil de ver os estragos que eles causam quando atuam como administradores do país que eles governam.            


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