quinta-feira, 29 de março de 2018

J.C. A HISTÓRIA - Lembrança simplificada da sua estada na Terra



Do seu nascimento até os trinta anos, como todos sabem, não há registros da sua vida. Então, dá-se um salto para os seus três últimos anos, em uma saga que o levou à morte.
                                                            
Todas as civilizações, todos os povos, têm suas histórias, suas lendas com seus deuses, suas religiões e crenças, levando-se em conta que tudo isto era muito de suas imaginações, pois seus contactos com tais “deuses” eram também provenientes de suas invenções, que sempre estavam sendo controladas por alguém que se dizia “intermediário” entre o crente e estes deuses.

E isso foi o que o homem em todo mundo conheceu e viveu durante milhares de anos.

Mas eis que já a mais de dois mil anos aparece no meio do povo judeu, um homem comum, mas com uma diferença enorme entre todos que já haviam existido, pois dizia-se ser Ele filho do deus único dos judeus, Javé, e que Ele teria vindo para salvar os homens de seus pecados, e ainda,  por ser parente do rei Davi, bíblico, seria o Messias prometido dos judeus, mas que até hoje não é reconhecido pelo próprio povo judeu.

Ele que durante três anos fez uma peregrinação pelas cercanias de onde viveu, com mais doze pessoas, seus apóstolos, conseguiram transmitir por onde passavam o que Ele formulou como campanha, chamando a atenção dos governantes da época que optaram em eliminá-lo por acharem que Ele seria perigoso politicamente para o governo do rei, principalmente tendo em vista sua popularidade.

E por traição de um de seus companheiros (Judas), que foi  subornado pelos romanos, foi preso e condenado.

Diz a história que Ele sofreu muito nas mãos dos soldados romanos até ser crucificado, pois essa era  a forma comum  com que tanto romanos quanto judeus executavam os criminosos.

Mas um fato veio colaborar com o que os seus seguidores precisavam para acreditar que Ele era um enviado de Deus. No terceiro dia após sua morte, pessoas que o conheciam foram ao seu túmulo e não o encontraram, o que os fez acreditar que Ele tinha como prometera, “ressuscitado”. E a história conta ainda que ele surgiu em espírito na presença de seus seguidores, naturalmente deixando-os assustados.

Talvez ficasse a desejar na história Ele não ter aparecido para o povo, pois Ele já era bem conhecido por todos e teria sido um testemunho maior da sua missão na Terra. Teria sido uma falha da história? Sua história teria durado apenas três anos, mas bem trabalhada pelos seus colaboradores conseguiu atravessar mais de dois mil anos, pois que dela e de sua pessoa foi até criado e tirado o nome  de uma das grandes crenças do mundo ocidental, o Cristianismo.

A partir da sua história foram sendo criadas muitas outras histórias envolvendo seus amigos e seus familiares e para uma infinidade de escritores, artistas, pintores e artesões, tornou-se um grande filão, a partir da Bíblia,  que inclui no Novo Testamento a sua história e que tem sido a centenas de anos a cartilha para religiões e igrejas, e conseqüentemente dando um retorno comercial invejável a todos eles. (Não podemos nos esquecer, que a Bíblia é o livro mais vendido do mundo)

Para colaborar com sua história foi fixado pela igreja católica um dia para marcar e tornar sempre lembrada a sua morte, uma sexta feira no ano, que passou a ser considerada Sexta Feira Santa ou da Paixão, e que é o momento máximo para o catolicismo e a cristandade.

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