segunda-feira, 19 de março de 2018

ORIENTE MÉDIO - JERUSALÉM


                                  
                                                  

Uma das rivalidades mais antigas que conhecemos acontece no Oriente Médio, sem data de vencimento para acabar,é marcada por siglas religiosas, cristãos, muçulmanos,  judeus, cada uma com sua história de lutas e guerras para conquistar um lugar histórico considerado  “sagrado”, com muito sangue derramado, não só de guerreiros, mas também de inocentes. Guerras, homens e mulheres bomba e assassinatos apenas para manter uma tradição, um ideal e um poder.

Para eles parece um esporte, atolados que estão na mitologia e não percebem que a fila andou. Religião significa Re Ligar. Mas religar com o que se  eles não respeitam nem a si mesmos. Sem respeito com a Criação, com o bem, com aquele que deixou uma mensagem de amor e que dizia ser o alfa e ômega.

Mas até hoje o homem não parou para pensar. Mas nunca é tarde.

Agora, estes que estão historicamente envolvidos entre si num conflito, numa “guerra santa”, certamente estão cometendo um erro e indo contra princípios religiosos que fundamentalmente seriam o de trilhar o caminho do bem, mas que contrariando qualquer regra continuam se matando sem buscar no diálogo a solução desse genocídio.

Não obstante uma guerra onde já morreram milhões, agora por uma atitude leviana do presidente de um país, criou-se mais uma desordem generalizada entre vários países que lutam pelo poder de uma cidade, Jerusalém, que já  é considerada motivo de tantas mortes, tantas desgraças, infelicitando pelo tempo milhões de pessoas pelo fanatismo de um ideal, de religiões que deveriam ser respeitadas por todos, pois que religião era para ser apenas uma forma de nos aproximarmos em paz, para nos respeitarmos como irmãos que somos. É muito difícil.

Pensar que lá estão guardados pelo tempo, em seus campos, num lugar de nome Gólgota, construções, ruas e templos tidos como exemplo para a humanidade e que é conhecido por todos os cristãos como inicio de um movimento que viria mudar o mundo, e que deveria, por seu status, ser livre de ideais e de livre acesso a todos como Jesus Cristo certamente desejava através suas mensagens imorredouras de amor ao próximo, e não dominado por alguns, praticando crimes horrendos, contrariando seus princípios, seu trabalho, sua missão, que era a de salvar os homens de seus pecados e para tal deu sua própria vida quando crucificado em seu calvário, pois ele se dizia o filho de Deus, encarnado, o alfa e ômega para todo o sempre.

Para o cumprimento da própria história, que haja um momento de reflexão divina para estes homens que ainda não descobriram o verdadeiro objetivo das palavras de Jesus Cristo, que é o de amarmos o próximo como a nós mesmos.


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