Uma das rivalidades mais antigas
que conhecemos acontece no Oriente Médio, sem data de vencimento para acabar,é marcada por siglas religiosas, cristãos, muçulmanos, judeus, cada uma com sua história de lutas e
guerras para conquistar um lugar histórico considerado “sagrado”, com muito sangue derramado, não só
de guerreiros, mas também de inocentes. Guerras, homens e mulheres bomba e
assassinatos apenas para manter uma tradição, um ideal e um poder.
Para eles parece um esporte,
atolados que estão na mitologia e não percebem que a fila andou. Religião significa
Re Ligar. Mas religar com o que se eles
não respeitam nem a si mesmos. Sem respeito com a Criação, com o bem, com
aquele que deixou uma mensagem de amor e que dizia ser o alfa e ômega.
Mas até hoje o homem não parou
para pensar. Mas nunca é tarde.
Agora, estes que estão
historicamente envolvidos entre si num conflito, numa “guerra santa”, certamente
estão cometendo um erro e indo contra princípios religiosos que fundamentalmente
seriam o de trilhar o caminho do bem, mas que contrariando qualquer regra continuam se matando sem buscar no diálogo a solução desse genocídio.
Não obstante uma guerra onde já
morreram milhões, agora por uma atitude leviana do presidente de um país, criou-se
mais uma desordem generalizada entre vários países que lutam pelo poder de uma
cidade, Jerusalém, que já é considerada
motivo de tantas mortes, tantas desgraças, infelicitando pelo tempo milhões de
pessoas pelo fanatismo de um ideal, de religiões que deveriam ser respeitadas
por todos, pois que religião era para ser apenas uma forma de nos aproximarmos
em paz, para nos respeitarmos como irmãos que somos. É muito difícil.
Pensar que lá estão guardados
pelo tempo, em seus campos, num lugar de nome Gólgota, construções, ruas e templos
tidos como exemplo para a humanidade e que é conhecido por todos os cristãos como
inicio de um movimento que viria mudar o mundo, e que deveria, por seu status,
ser livre de ideais e de livre acesso a todos como Jesus Cristo certamente
desejava através suas mensagens imorredouras de amor ao próximo, e não dominado
por alguns, praticando crimes horrendos, contrariando seus princípios, seu
trabalho, sua missão, que era a de salvar os homens de seus pecados e para tal
deu sua própria vida quando crucificado em seu calvário, pois ele se dizia o
filho de Deus, encarnado, o alfa e ômega para todo o sempre.
Para o cumprimento da própria
história, que haja um momento de reflexão divina para estes homens que ainda não
descobriram o verdadeiro objetivo das palavras de Jesus Cristo, que é o de
amarmos o próximo como a nós mesmos.
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