Está ficando preocupante a
quantidade de produtos químicos farmacêuticos fazendo propaganda principalmente
nas TVs para todo e qualquer tipo de males, desde a unha do pé encravada e tudo
o mais que se possa imaginar, e mais ainda tudo que se relacione ao emagrecimento. E tais “remédios” por não serem
fabricados por laboratórios de marcas renomadas e oficiais de acordo com a lei,
normalmente recebem seus pedidos por um telefone ou um site para que as pessoas
possam adquiri-los, até com a recomendação de que os mesmos não são vendidos nas
farmácias. Devemos nos lembrar que tais “remédios”
não são receitados pelos médicos também o que já põe em dúvida sua eficácia e
qualidade.
Assim sendo, parece improvável
que sejam fiscalizados e quem os consome corre sérios riscos ao consumir esses
produtos químicos com tudo que é usado
em suas fórmulas, podendo os mesmos serem
apenas os conhecidos placebos de efeito inócuo, acrescentados de alguma essência
ou odor para satisfazer e enganar o incauto.
Torna-se necessário que o próprio
“cliente” consumidor de tais produtos por vontade própria os levassem para serem
analisados em um laboratório para ver se suas fórmulas estão corretas e se
estão realmente direcionadas ao que os seus fabricantes indicam e se os efeitos
são os desejados pelo paciente que é encontrar a cura para a doença que o aflige.
Certamente que os órgãos governamentais
competentes, responsáveis por nossa saúde, estão atentos a esse comércio
dirigido às pessoas, que em última instância precisam e acreditam na ajuda que
estes produtos podem lhes dar.
Que não seja isso uma denuncia,
mas há uma preocupação normal de qualquer cidadão, pois estamos cansados de ver
tanto engodo de charlatões, trapaças de enganadores e falsificadores cometendo
um crime muito antigo e conhecido que é o de enganar a fé pública.
Não vamos nos esquecer que o
conhecimento está ao alcance de todos, é só querer buscá-lo.
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