A noticia é de mais dois
assassinatos no Rio de Janeiro (o que não é novidade pra ninguém).
Mas, uma das vítimas, uma mulher
muito especial. Era política, vereadora, e seu nome Mariella Franco, que se
dizia mulher, negra, lésbica, favelada, socióloga, feminista, mãe e defensora
dos direitos humanos.
Pela sua ousadia incomodava todas
as máfias e por tudo isso sua morte teve uma repercussão imediata no Brasil e
no mundo, mobilizando até o planalto. Mas a sensação de insegurança só aumenta.
Em muitos lugares movimentos assumiram grande proporção, pois que sua morte
causou comoção entre ativistas e movimentos negros.
Convocados pelo PSOL, partido ao
qual ela pertencia, grupos marcaram sua presença com vestimentas pretas,
enquanto milhares de brasileiros ainda sonham com a igualdade, segurança e
empatia.
Daqui pra frente é com a polícia
que deverá dizer quem é o responsável por este crime hediondo que poderá mudar
e tentar tirar o brasileiro da insegurança e do medo, se as autoridades assim o
quiserem.
Porém, dessa história, ficará uma
marca que certamente será usada pelas feministas, pelo LGBT e por todos os
movimentos negros, tendo em vista que ela já os representava. Agora ela é uma
referência, podendo até ser considerado um “mártir” reforçando a lista na
defesa de minorias.
Agora é mais que necessário que
as autoridades se conscientizem que já esperaram demais para tomarem uma
atitude contra o crime, o tráfego e o crime do colarinho branco, e como
retratação, sem “blá, blá, blás” façam alguma coisa urgente para melhorar a
segurança não só no Rio de Janeiro, mas em todo o país para que o brasileiro
volte a ter paz e segurança.
É o que todos esperamos.
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