No passado, suntuosidade era a propaganda,
o que hoje chamamos de marketing.
Era uma das formas usada pelas
religiões que construíam templos fabulosos em tamanho, arte e riqueza, pois a
maioria deles era completada e decorada em ouro, pedras preciosas e outros
materiais não menos valiosos, para que com eles fossem atraídos visitantes,
curiosos, e, conseqüentemente adeptos que passariam a ser “colaboradores”
pagando o tão famoso dízimo, e visitados também por aqueles que podiam pagar valores
especiais pensando que com isso estariam comprando um lugar no céu. E isso
permanece assim hoje, e ao que podemos sentir, para todo o sempre.
E isso acontecia e ainda acontece
em todo o mundo porque a profissão religião é de domínio publico. O histórico
dessas construções de todos os tamanhos e modelos, principalmente o gótico,
foram sendo copiados por todos, e eram feitos por pedreiros verdadeiros
artistas deixando grandes obras para a humanidade. Mas a finalidade era sempre
a mesma, chamar a atenção e impressionar, ou seja, fazer propaganda.
Os poderosos se destacavam por
construírem mansões grandiosas em tamanho, acabamento e peças de arte,
logicamente para impressionar a quem as conhecesse e levassem para outros o seu
status e fizesse o seu marketing. Um desses tem sua fama reconhecida até hoje como
uma das sete maravilhas do mundo antigo, e que foi o Mausoléu de Halicarnasso,
que foi construído por Mausolo, um sátrapa, que o fez para que ele fosse sua
última morada.
Faraós, reis, imperadores,
mantinham o respeito do seu povo, de amigos e inimigos, construindo para morarem,
ele e sua corte, lindos castelos que eram erguidos em lugares estratégicos do
país, sendo que alguns para melhor mostrar o seu poder, faziam monumentos,
obeliscos e estátuas gigantes como o famoso colosso de Rhodes, pirâmides e
estátuas suas e de seus deuses, mostrando dessa forma seu poder (marketing puro).
Nas guerras se fazia necessário e
era comum o uso de propaganda como as que acontecem hoje, tentando divulgar e
mostrar para o inimigo o seu poder de fogo, o que era feito pelos seus “departamentos
de propaganda e marketing”, e que com o tempo se tornaram poderosos.
O tempo e a necessidade provam e
ensinam ao homem que quase tudo, para ele mover ou realizar, depende mesmo é de
uma boa propaganda, ou seja, seu marketing.
Então se pode entender porque a propaganda é a
alma do negócio ( ou como diriam alguns, a arma do negócio) .
E isso desde a mais remota antiguidade.
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