O clima de copa do mundo faz os torcedores
verem seus ídolos defendendo as cores do Brasil e de seus times, pois é nessa época
que são reunidos os melhores craques de cada time para se montar uma poderosa
equipe, a seleção que vai defender as cores do país.
É uma honra para o jogador vestir
a camisa da seleção, pois isso lhe dá um
status maior o tornando inclusive mais valorizado para quando e se for comercializado
no futuro.
Por isso há uma grande campanha a
partir da escolha do técnico que se imagina os treinará o bastante para que eles
cumpram o esperado que será trazer o troféu e os louros da vitória.
O Brasil que participou de todas
as copas, pela garra de seus jogadores acumula o maior número de vitórias, conseguindo
trazer além das lembranças de grandes vitorias, também a tristeza de amargas derrotas, como a de cinqüenta que
imortalizou o goleiro Barboza.
Aqui no Brasil há um crivo muito
exigente para a escolha dos vinte e três jogadores que representarão o país,
pois todo brasileiro é um técnico em futebol.
Mas as lembranças vão fundo
quando se trata de recordar os jogadores,
os craques de cada copa, com seus feitos, suas jogadas, seus dribles e gols, que
com apelidos criados deram nome às jogadas ou mesmo à forma de se lidar com a
bola.
Muitos craques ainda são
lembrados com saudade e como heróis. Eu particularmente tenho um que gostaria
muito de homenagear. Seu nome Leônidas da Silva conhecido também por homem
Borracha e Diamante Negro, sendo que o segundo apelido é conhecido em todo mundo, pois o recebeu de
Raymond Thormagen da Revista Paris Match na Copa do Mundo em 1938 na França,
pois que ele marcou um gol com sua famosa bicicleta que para espanto da torcida
foi anulado pelo juiz que desconhecia ainda a técnica.
E nesta Copa de 1938 foi
escolhido como o melhor jogador da Copa e o mais elogiado pela crítica
internacional de esportes. A Lacta, fábrica de chocolates, após a Copa o
homenageia colocando o nome de Diamante Negro num de seus produtos que é conhecido
por todos os brasileiros. Foi um dos mais importantes artilheiros da “Seleção
Canarinho” com trinta e sete gols em trinta e sete partidas; fazia gol de todo
jeito, até sem chuteira como na prorrogação contra a Polônia. Participou também
da Copa do Mundo de 1934. Foi considerado um dos maiores jogadores de futebol
brasileiro de todos os tempos. Participou também de um filme mostrando seus
dribles, suas jogadas, inclusive a famosa bicicleta que o notabilizou e
popularizou no mundo todo. Lembrar ainda, que cada vez que ele repetia o lance
da bicicleta, as torcidas vinham abaixo. Que saudade.
Leônidas da Silva, o Diamante
Negro, deixou o futebol em 1950. Foi técnico de futebol e depois comentarista
no rádio. Foi o único considerado melhor que Pelé, mas isto é incerto, pois no
seu tempo não havia televisão.
O que importa é que no esporte
rei o Brasil é respeitado pelo mundo por sempre ter constelações de exímios
craques com o pé na bola como Garrincha, Canhoteiro, Zizinho, Ademir, Domingos
da Guia e Neimar Jr., e dentre eles o melhor do mundo, Edson
Arantes do Nascimento, o “Pelé”, considerado o Rei do Futebol. Isso encerra
tudo desde “Olimpo”.
Mas o momento é de nos unirmos
mandando o máximo de energias positivas para que a nossa Seleção traga o
sonhado troféu da Copa do Mundo 2018, pela sexta vez e possamos cantar bem alto
o Brasil é Campeão, é Hexa.
.
Leônidas da Silva nasceu em 1913
e faleceu em 2004 na cidade de Cotia S. P.
Um gênio, lenda ou mito do
futebol brasileiro.
Meu ídolo ao qual rendo minhas
homenagens póstumas
.
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