Reivindicação para que os
impostos abaixem e o preço do óleo diesel e dos combustíveis em geral diminua,
este é o objetivo dos caminhoneiros e também de todo aquele que faz uso de
qualquer tipo de transporte para trabalhar. Um pedido tão justo, que até a
população se solidariza levando alimentos para eles em apoio.
A situação dos brasileiros é de
aperto e de necessidade em tudo, e a saída,
é ter um trabalho mesmo que seja como autônomo, o que é o caso de muitos
caminhoneiros, um trabalho pesado, normalmente nas estradas, longe dos
familiares, e que eles há muito tempo reclamam que não está compensando, pois
ganha-se muito pouco pondo em risco a sobrevivência dele e de suas famílias.
Mas, o que vem inviabilizando
esse tipo de trabalho, é o preço do combustível com aumentos seguidos e severos.
Os caminhoneiros reclamam, mas sem retorno. Os impostos dos combustíveis chegam
a quarenta e oito por cento, que é para cobrir os desfalques efetuados por
políticos corruptos, e pior, os fretes não podem ser reajustados, todos sempre
esperando que o governo interceda procurando uma forma de melhorar isso para
que todos possam exercer seus trabalhos que é a única forma para se sobreviver
e fazer o país andar.
Uma trilogia fundamental, trabalho,
governo e o povo feliz. Como isto não vem sendo possível é o fim da linha. Uma
forma de fazer o governo cair em si, uma parada efetuada por uma das classes de
trabalho mais importante para um país que ainda não tem ferrovias como meio de
transporte.
E deu para notar a sua
necessidade e o seu valor. É triste ver que não havendo entendimento e diálogo,
um acordo entre o governo e o povo, o resultado pode ser desastroso. Todos
perdem, e a situação que já era ruim torna-se terrível.
Esperemos que isto sirva de lição
e experiência para todos.
Um impacto negativo agora é
calcular os prejuízos causados por uma necessidade ou compreensão. O Brasil e os
brasileiros não merecem isto. Agora, como disse o ministro Marun, começarão a acontecer
as aplicações de multas, podendo inclusive serem usadas as Forças Armadas para
manter a ordem. Analisemos friamente, que isso não é uma guerra para chegarmos
a tanto, é apenas um protesto ao qual o trabalhador democraticamente tem
direito.
Segundo a imprensa, o governo
tinha sido informado já há algum tempo sobre tal atitude que seria tomada pelos caminhoneiros.
Mas talvez ele não tivesse acreditado na
veracidade deste comunicado e deu no que deu.
Agora o brasileiro vai ter que
ter mais um pouco de paciência até que as coisas voltem ao normal para ter
cabeça e escolher bem os novos políticos que irão assumir o governo.
Para ilustrar, sexta feira, dia 25,
nas cidades, nas estradas, tudo parado com tumultos para voltar pra casa em
segurança.
E no Senado, como acontece toda
sexta-feira, só compareceu um Senador da República. Os outros estavam em
campanha.
É ou não é algo a ser pensado e
muito bem pensado
Nenhum comentário:
Postar um comentário