sábado, 26 de maio de 2018

PARALISAÇÃO DOS TRANSPORTES - um filme de terror




Reivindicação para que os impostos abaixem e o preço do óleo diesel e dos combustíveis em geral diminua, este é o objetivo dos caminhoneiros e também de todo aquele que faz uso de qualquer tipo de transporte para trabalhar. Um pedido tão justo, que até a população se solidariza levando alimentos para eles em apoio.

A situação dos brasileiros é de aperto e de  necessidade em tudo, e a saída, é ter um trabalho mesmo que seja como autônomo, o que é o caso de muitos caminhoneiros, um trabalho pesado, normalmente nas estradas, longe dos familiares, e que eles há muito tempo reclamam que não está compensando, pois ganha-se muito pouco pondo em risco a sobrevivência dele e de suas famílias.

Mas, o que vem inviabilizando esse tipo de trabalho, é o preço do combustível com aumentos seguidos e severos. Os caminhoneiros reclamam, mas sem retorno. Os impostos dos combustíveis chegam a quarenta e oito por cento, que é para cobrir os desfalques efetuados por políticos corruptos, e pior, os fretes não podem ser reajustados, todos sempre esperando que o governo interceda procurando uma forma de melhorar isso para que todos possam exercer seus trabalhos que é a única forma para se sobreviver e fazer o país andar.

Uma trilogia fundamental, trabalho, governo e o povo feliz. Como isto não vem sendo possível é o fim da linha. Uma forma de fazer o governo cair em si, uma parada efetuada por uma das classes de trabalho mais importante para um país que ainda não tem ferrovias como meio de transporte.

E deu para notar a sua necessidade e o seu valor. É triste ver que não havendo entendimento e diálogo, um acordo entre o governo e o povo, o resultado pode ser desastroso. Todos perdem, e a situação que já era ruim torna-se terrível.

Esperemos que isto sirva de lição e experiência para todos.

Um impacto negativo agora é calcular os prejuízos causados por uma necessidade ou compreensão. O Brasil e os brasileiros não merecem isto. Agora, como disse o ministro Marun, começarão a acontecer as aplicações de multas, podendo inclusive serem usadas as Forças Armadas para manter a ordem. Analisemos friamente, que isso não é uma guerra para chegarmos a tanto, é apenas um protesto ao qual o trabalhador democraticamente tem direito.

Segundo a imprensa, o governo tinha sido informado já há algum tempo sobre  tal atitude que seria tomada pelos caminhoneiros. Mas  talvez ele não tivesse acreditado na veracidade deste comunicado e deu no que deu.

Agora o brasileiro vai ter que ter mais um pouco de paciência até que as coisas voltem ao normal para ter cabeça e escolher bem os novos políticos que irão assumir o governo.
  
Para ilustrar, sexta feira, dia 25, nas cidades, nas estradas, tudo parado com tumultos para voltar pra casa em segurança.

E no Senado, como acontece toda sexta-feira, só compareceu um Senador da República. Os outros estavam em campanha.

É ou não é algo a ser pensado e muito bem pensado        

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