A alguns meses
comemoramos os mais de setenta anos do fim da segunda guerra mundial, o que nos
faz lembrar que a partir dela a ciência deu o maior passo para o futuro da
humanidade passando da teoria para a realidade, a partir da ficção nuclear dividindo o átomo e conseguindo
segredos da natureza que teriam sido agora desvendados.
Mas isso talvez tenha
sido um engano, pois temos de entender
que tudo começou a ser desenvolvido rapidamente numa corrida desenfreada para o
futuro e que temos de acreditar não vai parar tão cedo.
Nessa corrida coisas
inimagináveis foram sendo descobertas, criadas e postas em ação para espanto de todos.
Coisas ultramodernas foram sendo feitas pela ciência, fazendo com que todos
ganhassem, e o melhor continuem ganhando com esses avanços da
ciência.
Para evidenciar,
podemos citar algumas coisas que propiciaram para que nossa vida melhorasse. Toda a tecnologia
em si, os avanços da medicina, a informática, o projeto genoma, a comunicação,
a telefonia, a nanotecnologia, as viagens desvendando o espaço com foguetes
teleguiados nos levando até outros
planetas e já alcançando Marte, o homem pisando na Lua, algo tão louco e tão improvável, que mesmo
cinqüenta anos depois ainda há quem duvide que tal coisa tenha acontecido.
Isso tudo porém é tão
real e tão presente que mesmo quem não tem como participar também se beneficia de
todo o conforto que isso nos traz.
O que deixa a desejar é
que tudo melhorou levando o homem aos píncaros do sucesso, mas ele ainda é o
mesmo homem que sempre foi, com uma índole má e na sua maioria ambicioso,
sedento de poder e por falta de se conscientizar para a vida muitos se tornam
fanáticos por participarem de grupos, seitas e religiões na maioria das vezes
para explorar o próximo e com a visão de um passado triste, ignorante, sem ter
em que ou quem se espelhar, com conhecimentos e inteligência torpes, sem leis
para de alguma forma dirigi-los.
O crime quase sempre
foi e é o melhor caminho para um princípio terrível a se seguir, esquecendo-se
que por milhares de anos lhe foi dada a chance e espaço para assimilar e
compreender que unidos a sobrevivência era mais segura, mais leve para todos.
Porém o homem sempre
esqueceu que sua passagem pela Terra é para ele se tornar melhor, evoluir. Com
o conhecimento que adquiriu, com todos os avanços da ciência, ele deveria estar
preparado para ter uma sobrevivência ilimitada. Mas com a sua negação em
aceitar o melhor, poderá se destruir pelas suas próprias mãos.
O que podemos fazer é
esperar que não haja necessidade de escolha. Mas viver ou morrer talvez não
seja uma escolha do homem, simples criatura, e sim de quem os criou.
A Criação e seu
Criador.
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