O que separa a vida da
morte são apenas alguns segundos que o ser humano precisa vigiar enquanto
existir evitando ser surpreendido por essa transição, pois que ela está sempre
presente dentro e fora dele.
Isto significa dizer o
quão frágil e difícil é manter a vida. Só nós pobres mortais é que imaginamos
sermos fortes, quase imortais. Isso, em determinados momentos da nossa
existência mesmo vendo a nossa volta o desfecho poderoso desse momento que é o
de expirar a vida.
Pode-se acreditar que de tudo que existe na Terra o mais frágil mesmo é o ser humano. Por quê? Pela rapidez que ele pode perder sua vida funcional, ou seja, deixar de existir para a matéria.
Isso justifica a luta do homem pela sua sobrevivência. E por mais que o homem procure ainda não encontrou a fórmula da vida eterna, pois no universo tudo está em movimento, transição ou expansão, o que nos faz compreender que tudo existe por períodos e sempre se transformando, pois sua estrutura formada de átomos e energias que se reúnem e se desfazem interminavelmente, para sempre está participando na seqüência de outros campos de energias dando formas e potência de acordo com as forças de seus átomos na sua coesão.
Assim como um moto perpétuo o universo vai se expandindo com suas energias realizando o trabalho da Criação.
E o homem, privilegiado que é, também foi incluído para participar do contexto da Criação que lhe deu inteligência suficiente talvez para ser um expectador da grandeza e beleza da sua Obra no momento da sua materialização, na sua passagem pelo planeta Terra.
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