Já era de se esperar que
tal coisa acontecesse.
Nossos juízes parecem se confundir com tantas
orientações que as nossas leis pretendam provar, pois que elas são vistas de tantos
ângulos que acabam gerando indecisões até para nossos magistrados que chegam a sair fora da realidade do seu poder com as
muitas interpretações que elas sugerem, fazendo com que o errado se torne certo
e vice-versa, envolvendo ainda as formas jurídicas quase incompreensíveis para
cidadãos comuns como a maioria dos
brasileiros, chegando a confundi-los com a veracidade das coisas como o que ora
vem ocorrendo com o ex-presidente Michel Temer e seus amigos.
Como definir quem está
certo ou errado se por princípio a lei é uma só, ficando para nós apenas o
desejar interpretá-las, pois que dependendo do ângulo e de quem as interpreta e
as usam, podem até avaliar um bandido criminoso como um bom cidadão.
Com essas lidas e relidas
das leis, o desembargador Ivan Thies mandou que o ex-presidente e seus amigos
fossem liberados.
E os brasileiros? Como
será que estão entendendo tudo isso. Uma vitória ou uma decepção.
E com tudo isso, fica a
pergunta no ar. E os crimes imputados a eles deixaram de ser crimes?
Bem isso seria outra
história a ser destrinchada. Mas é bem provável que o povo gostaria muito de saber
o resultado dessa demanda, mesmo porque já houve oportunidades idênticas
existindo a possibilidade de alguns que estão enrolados com a lei pretenderem
achar um caminho para também se restabelecer com a lei e com a cidadania
acreditando que seus crimes serão esquecidos.
No que até certo ponto
estariam com a razão. Quantas coisas ruins já aconteceram no nosso país e que
já caíram no esquecimento.
E isso não é história.
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