O primeiro de maio, desde que foi criado, é usado pelos trabalhadores para os mais diversos tipos de
protestos, onde são reivindicados os mais
inimagináveis direitos por seus sindicatos.
E nós, pobres trabalhadores, vamos
acreditando que os nossos sindicalistas vão verdadeiramente nos representar,
fazendo valer os nossos direitos e valores, mas na verdade eles apenas tentam
negociar e fazer arranjos, pois o empregador é o dono da situação e é quem tem
o poder de decisão quanto aos empregados.
Analisando friamente, os
sindicatos só existem financiados pelo mesmo princípio, as verbas dos
empregadores.
Hoje o Brasil, em
virtude de maus governantes que desviaram e roubaram por alguns anos e uma
crise econômica galopante resultante dessa situação, passa por momentos muito difíceis que já levaram
muitas das nossas empresas a fecharem suas portas, e, as que ainda suportam tal
pressão só estão conseguindo caminhar com a diminuição de produção e a redução
de seus efetivos, o que vem causando há bom tempo um número nunca visto de
pessoas desempregadas e “na rua da amargura”, o que, para infelicidade de todos,
é motivo para que nas mesmas proporções haja um aumento da criminalidade abrindo caminhos para a grande invasão do
tráfico de drogas e armas, com ramificações já existentes em todo o país, fazendo
com que o crime organizado entre numa competição com as autoridades que já não
conseguem mais detê-los.
Já não se tem mais segurança
seja onde for, pois sempre há um bandido, um criminoso à sua espera e quando o
que acontece chega ao conhecimento das autoridades, é apenas para que seja
feito um boletim de ocorrência, pois o crime já foi consumado.
O pedido agora, é de
socorro.
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