O homem, fantástica invenção da
criação, vem para formalizar ou talvez completar uma função determinada na vida
do planeta, exercendo funções inerentes a ele que possui inteligência o
suficiente para que ele sobreviva nessa terra que sempre o obrigou a lutar, descobrir
e criar meios de acordo com as situações vividas por ele e as exigências de
suas necessidades.
Dentre as muitas necessidades
do homem, uma sempre esteve presente na sua vida e na sua conduta, que é ter
alegria e ser feliz. Mesmo sem pensar, sem se dar conta, o ser humano cultua dentro
de si, extraídas das suas energias, ambições, vontades emocionais que em
oportunidades o dominam independente de seu comando, da sua vontade o tornando em
poucos momentos o mais forte, o mais humilde, o mais fraco, o mais odioso, o
mais triste ou o mais alegre e mais feliz.
Toda vez que o homem supera um
obstáculo e vence uma dificuldade sente uma vibração natural de contentamento,
de alegria ou, caso contrário, a tristeza se manifesta..
Notando que estas sensações e
emoções além de serem benéficas faziam parte do seu dia a dia refletido em
festas e comemorações, o homem sentiu que isto não era só uma reação momentânea
e sim uma parte da sua existência e da sua vida e que deveria ser cumprida e
levada muito a sério, pois que fazia bem até para a saúde. E assim foram se
aplicando nessa direção criando coisas para distrair e alegrar suas fantasias e
seu interior.
E isto, que teve seu começo não
se sabe quando, nunca parou. E foram sendo criadas e inventadas toda sorte de
coisas para divertir e distrair a todos, adultos e crianças. Brincadeiras,
jogos, esportes, circo de cavalinhos, teatro, cinema, rádio, televisão, a
realidade virtual, além da literatura com seus livros de histórias, contos e
lendas, as mais bonitas e encantadoras.
O lazer deixou de ser informal
e passou para o âmbito oficial das administrações e governos, como parte
integrante das comunidades, e o turismo passou a ser parte muito atuante de
arrecadação e sustentabilidade de cidades, estados e até de países.
E tudo para suprir e
acrescentar no homem o seu poder de sonhar e fantasiar a sua vida, a sua
existência, sendo com certeza essa fantasia quase a maior parte da sua realidade.
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